Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

Feliz Dia 15 de Outubro –

 

 

 

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pero no mucho… Feliz Dia das Crianças, amores da maman.

Domingo – Dia do Senhor

Tantas vezes o número sete se repete: como sorte, como contação de histórias, como número de mentiroso, como atitude (pintar o sete), enfim, como os tais de sete dias que se conta como da invenção do mundo. Fico pensando que, se foram precisos sete dias para se construir uma Terra tão perfeita, serão precisos quantos para destruí-la? Estou pasma, Deus, pois, seja folclore, ou seja verdade, a tua obra, esse Planetinha tão maravilhoso agora, parece ter virado joguete nas mãos de pessoas que se deixam levar pela gula, pelo desejo e pelo vontade de ter tudo para si. Vejo ataque de todos os lados, Deus, morte no mar/na água – dos peixes, dos corais, das vidas improváveis de quem jamais teremos notícias, bombardeadas por plástico e por testes de bombas nucleares; vejo a terra sendo destruída por fogo, inúmeras vezes posto por mãos humanas e o ataque perverso – sempre às árvores e aos animais. Vejo no Ar, a marca das químicas poluentes, invisíveis e mortais; sempre o ataque contra aqueles que não têm como se defender. Há uma espécie de ser humano que, parece, trouxe a missão de destruir os outros, Deus. Inclusive a própria humanidade. Os massacres, as guerras, os ataques individuais com metralhadoras ou fogo, os ataques ao corpo frágil, sem defesa, das crianças. Deus, sou obrigada a clamar por tua generosidade de Pai. Lembro os versos de Castro Alves: “Deus, ó Deus, onde estás, que não respondes?”, mas imediatamente fico envergonhada, penso que tens respondido. Ininterruptamente mandando teus filhos para salvar o mundo e, ininterruptamente, vendo-os morrer em cruzes diárias de isolamento, perseguição, tortura e outras atrocidades. Nós, Deus, teus filhos, menos importantes, obviamente, do que nosso querido Príncipe, Jesus, continuamos a luta, mas que luta dura, Deus. Por favor, Senhor, eu te peço, tenha piedade de nós. Dai-nos a tua força sempre, para que resistamos àqueles que trabalham para o mal. Sempre, Deus, esteja de mãos dadas conosco; caminha conosco, Deus, que a solidão intelectual e de luta é a mais triste do mudo. Não saber em quem confiar é a coisa mais triste do mundo. Deus, amado, ajuda àqueles que só tu tens força para ajudar e – se possível – me inclua dentre esses, Meu Deus amado. Pois estou precisando de todo o teu amor e de toda a tua companhia. Eu te agradeço, Deus, por todo a proteção que tens dado a mim e a minha família, não sou cega a isso, mas Deus, preciso de tua força e de teu amor total, agora, que a luta está árdua e o inimigo está disfarçado e à espreita onde menos eu espero. Abre bem meus olhos, Deus, abre bem meus olhos para eu poder enxergar através das máscaras e poder ver, quem é quem. Eu peço, Senhor Meu Deus, eu te peço! Meu companheiro de luta, querido amigo, Jesus Cristo, peço-te a garra e a persistência. Por favor, me conduzam por estes dias tão difíceis, não me deixem esmorecer. Eu creio e espero. Graças a Deus! Amém.

 

Maiakovsky, o coração exposto da Revolução – Publicado em: 

Fernando Horta

“Nas calçadas pisadas de minha alma, passadas de loucos estalam (…)”[1]

Assim começa o poema “Eu”, composto em 1913 por um certo Vladimir Maiakovsky (1893-1930). Maiakovsky, então com 20 anos, viria a ser chamado de “o poeta da Revolução”.Mas, como todo poeta é, antes de tudo, um leitor profundo de si, Volodja[2] não seria exceção. Nascido na Georgia, Maiakovsky vinha de uma família de fidalgos, em que o salário do pai (como militar) permitia uma vida sem apertos financeiros. A situação mudou drasticamente em 1906 com a morte de seu progenitor.

“Professor,
……….jogue fora
……………..as lentes-bicicleta!
A mim cabe falar
…………….de mim
…………………..de minha era.”
(A Plenos Pulmões, Maiakovsky 1928-1930)

A partir deste momento, Maiakovsky buscou em Moscou a educação que sua região não poderia proporcionar e, ao mesmo tempo, começou a participar ativamente de discussões políticas, sendo preso algumas vezes, chegando a passar seis meses inteiros na cadeia. Maiakovsky fazia aflorar seu talento para a retórica, poesia e artes, ao mesmo tempo que conseguia sobrevivência nos bares e clubes da cidade, através de jogos de cartas ou bilhar.

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O que dizer quando alguém que você viu nascer completa 20 anos? Como explicar… o que dizer? “… nossa, como você cresceu?! Em 20 anos, você me esqueceu? Quando fui embora, você tinha 4 anos… eu te amava tanto! Até hoje, ainda penso que o quanto tu guardas de mim, e vice-versa.” Feliz aniversário! Mundo da Leitura. Como diz a canção popular: “Só nós dois é que sabemos…”

Mundo da Leitura UPF 20 Anos

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PUC Seminário Linguística

Dia 21/9: dia de luta contra o monocultivo de árvores.