Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

Está no “ar” o vídeo-convite para o quarto Encontro: “A Tragédia dos Comuns Hoje vista do espaço”, dia 28/09/2018, com o prof. Clódis de Oliveira Andrades Filho – Geógrafo (UFRGS); Mestre em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE); Doutor em Geociências (Área Geotectônica), pelo Instituto de Geociências (IGc) da Universidade de São Paulo (USP). Professor Adjunto na Área de Geologia, na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Participação especial no vídeo –Antônio Soler –  Graduado em Direito pela (FURG); Especialista em Ecologia Humana (UNISINOS), Ciência Política (ISP/UFPel); Mestre e doutorando em Educação Ambiental (FURG); Integrante do Centro de Estudos Ambientais (CEA) de Pelotas/Rio Grande, ONG membro da APEDeMA-RS.

 

Prof. Clódis Filho e Antônio Soler: Satélites e Direito Ambiental na luta pela vida!

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Começam na próxima quinta-feira, dia 13, as atividades da “Oficina de Sintaxe para alunos da graduação: Problemas de construção do período”. Os encontros, ministrados pela Profa. Ana Márcia Martins da Silva, pós-doutoranda do PPGL-UFRGS, serão realizados às quintas-feiras, das 14h às 16h, na sala 205 do Prédio de Aulas do IL.
O objetivo da oficina é oferecer aos alunos interessados um espaço extraclasse para a discussão de questões relativas à sintaxe da língua portuguesa, com foco especial em problemas de construção de períodos complexos. Tais problemas são frequentes em textos acadêmicos produzidos por alunos de graduação, e um trabalho de reflexão teórica e de prática na revisão desses problemas pode ajudar o aluno a trabalhar conscientemente na organização de suas frases, fazendo com que seus textos ganhem em clareza e coerência.
Confira abaixo o cronograma de atividades:
13/09: estrutura do período simples
27/09: problemas de paralelismo na coordenação de sintagmas
04/10: problemas de ambiguidade na colocação de sintagmas
11/10: estrutura e pontuação do período composto – subordinadas substantivas e adjetivas
25/10: estrutura e pontuação do período composto – subordinadas adverbiais
01/11: frases siamesas e frases fragmentadas
08/11: ambiguidade na colocação de orações adjetivas e reduzidas
22/11: ambiguidade com o antecedente de pronomes
29/11: problemas de paralelismo na coordenação de sentenças.
(Texto do site oficial da UFRGS).
Clique aqui para saber mais!

Atualizando o post:

Prezados, como vi hoje a mensagem do MUSA no facebook, julguei que as cerimônias para Ângela fossem hoje (foi ontem). Fomos, Sylvio Nogueira e eu no Cemitério João XXIII e, ao não encontrarmos ninguém dos nossos, ligamos para uma amiga em comum, que nos acertou o passo. Como tínhamos comprado flores para ela, que era uma defensora da Orla do Guaíba, pegamos um barco – Noiva do Caí II, que saía do Gasômetro e lançamos suas flores ao rio, com orações e agradecimentos.

Talvez tenha sido melhor assim, creio que ela teria adorado o passeio com o Sylvinho, que era seu grande amigo.

NOTA DE FALECIMENTO ANGELA TAVARES

Queridos amigos e colegas,

É com muita tristeza que recebi a noticia, pela Maria Alice Kauer, do falecimento da nossa querida, generosa, alegre e colaborativa Ângela Tavares, idealizadora e apoiadora do Museu das Águas de Porto Alegre.

Há alguns meses que ela estava lutando contra um câncer.

Ela estará sendo velada a partir das 14h, na capela 9 do cemitério João XXIII e será cremada às 20:30h.

Um abraço afetuoso para todos,

Zoravia Bettiol

Ângela Tavares – presente! Foto: César Cardia

Estrangeira que sou, em Porto Alegre, sempre chegava sozinha nos Movimentos, ela me acolhia. Do nada ela aparecia com aquele sorriso enorme e uma bandeira na mão. Estou mais pobre hoje.

 

O Prof. Dr. Paulo Brack deu conhecimento da CARTA ABERTA com a solicitação de Providências ao MPE- RS pelo descumprimento Judicial em relação à manutenção do JBPA em Categoria A e risco às coleções vivas e produção de mudas nativas no viveiro.  O envio foi no dia 11/09/2018 com o seguinte conteúdo:

 

Prezados membros do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul:

Segue Carta Aberta, em anexo, sobre os 60 anos do Jardim Botânico de Porto Alegre, entregue em 10 setembro 2018 ao responsável na direção da Fundação Zoobotânica de Porto Alegre, Paulo Cesar Z. Cerutti e publicada do Sitio-e Sul 21. 

https://www.sul21.com.br/opiniaopublica/2018/09/jardim-botanico-de-porto-alegre-completa-60-anos-sob-iminente-ameaca-carta-aberta/

Seguem outras matérias, uma de ontem, no sítio-e do Jornal JÁ (10-09-2018)

https://www.jornalja.com.br/jardim-botanico-de-porto-alegre-faz-60-anos-com-os-portoes-fechados/

E esta do Jornal do Comércio de hoje  (11-09-2018):

https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/geral/2018/09/647850-incertezas-marcam-60-anos-do-jardim-botanico.html

Pelo exposto, fica evidente a situação do descumprimento das decisões judiciais. Ex. o muro que deveria ter sido erguido em 120 dias, passados mais de 240 dias segue na mesma condição. Mas o que mais nos preocupa, obviamente, é que, pela demissão de funcionários, plantas estão morrendo e está praticamente encerrada a produção de mudas de plantas nativas, por falta de técnicos especializados que foram forçados a se demitir, e pela falta de manutenção de estruturas das casas de vegetação.

Consideramos que as respostas da Secretária de Meio Ambiente do Estado sobre o futuro do JBPA não são satisfatórias, pois fica implícito em sua fala (Jornal do Comércio) de que não é função do Estado em desenvolver pesquisas em biodiversidade, a não ser que tragam benefícios de conhecimentos ambientais: “Ninguém tem uma fundação de pesquisa no resto do País, e não quer dizer que (esses estados) não tenham pesquisa ambiental. Quem faz as pesquisas são as universidades.”

A contradição desta afirmação de não ser papel do Estado garantir a pesquisa realizada no JBPA, em nossa opinião, vai de encontro com a Constituição do Estado do RS, no seu Art. 236, o Código Estadual de Meio Ambiente (Lei 11520/2000) (Art. 15, Art 22, Art 158, Art. 167, Art. 168), Código Florestal do RS (Lei 9519/1992) (Art. 3 , Art. 26).

Ficamos no aguardo das providências de parte do Ministério Público quanto ao itens apontados pela Carta Aberta, em anexo.

Clique aqui  – no Sul21 – para saber mais.

O prof. Paulo Brack, Coordenador do INGÁ – Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais,  já havia avisado o Conselho Estadual do Meio Ambiente sobre essa situação, mas, em votação, o Conselho optou por não se envolver.
Confira o vídeo:

Memória de uma – das inúmeras tardes – na Livraria Saraiva do Shopping Praia de Belas. Anelise de Cesaro brincando de fotógrafa e eu – de modelo.

 

Anelise de Cesaro – a Fotógrafa.

 

 

 

 

Bom dia.

Réquiem para o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista (RJ)

Requiem aeternam…

Museu termina com – eu.
Museu é o meu eu, o teu eu, o nosso eu.
Entrar num Museu é entrar no passado,
Mexer no que comeu,
É Gelatinar-se, é afundar-se,
É fagocitar-se.
Só que – nesse caso – não.
Um Museu Nacional é ainda maior,
É um entrar no eu da Nação.
Só que não (mais).
Nessa Nação, ainda queimam os negros,
Os moradores de rua,
Os exilados,
As mulheres,
Os LGTBs,
Os gatos.
Os substratos.

Essa Nação não parece ser digna
De seus Eus que ardem
nos Museus.

Repouso Eterno.

Ana Carolina Martins da Silva

Lembranças de um dia feliz – com meu querido amigo – Ator, bailarino, estrela de nossa Arte brasileira, Piéterson Duderstadt, no RJ. O Museu estava fechado naquele dia, mas nos o veneramos da mesma forma!

Museu Nacional – Quinta da Boa Vista – RJ

Esclarecendo:

O Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio foi destruído por um incêndio bárbaro em 02/09/2018 – ano em que comemorava 200 anos.