Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

Direto do Sul21 duas fotos da Alina Souza:

Representantes de vários coletivos, as mulheres formaram um frente feminista contra a extinção da Secretaria de Políticas para Mulheres pelo governo de José Ivo Sartori (PMDB). Com apitos, boneco, cartazes com dizeres “Sartori é privateiro machista” e faixas com expressões como “governo machista devolve a minha conquista”, além do rosto pintado de roxo imitando marcas de agressões, as mulheres tentavam chamar atenção dos deputados e convidados que passavam pelo local sobre o retrocesso causado pela decisão do chefe do Piratini.

“A gente acredita que os deputados têm responsabilidade na extinção da secretaria. Eles poderiam ter vetado (projeto)”, justificou Mariana Klafke, uma das organizadoras do movimento, sobre a realização do ato no legislativo gaúcho. Em dezembro do ano passado, a Assembleia aprovou o projeto de reforma administrativa proposta pelo novo governador que, entre outras alterações, extinguiu a pasta. No lugar, foi criada uma diretoria vinculada à Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos.

Conforme Mariana, a criação da secretaria no governo de Tarso Genro (PT) representou um avanço nas políticas públicas implantadas para o segmento. Gabriela Pasuch, outra integrante da frente feminista, exemplifica que a Rede Lilás que disponibilizava um telefone para atender as vítimas de violência doméstica não está funcionando, bem como os ônibus que circulavam com uma equipe de profissionais, entre eles psicólogos, para dar assistência às mulheres. “Agora, as mulheres que sofrem violência doméstica estão desamparadas”, completa Mariana.

Gabriela ressaltou, ainda, que as ações implantadas pela Secretaria de Políticas para as mulheres contribuiu para a redução em 32% o número de mulheres assassinadas (femicídio). Ela alertou que só este ano já foram registradas 11 mortes de mulheres vítimas de violência doméstica. Em um determinado momento da manifestação, 11 mulheres deitaram no chão, simbolizando as mortes de 2015.

Clique aqui e leia a reportagem completa de Jaqueline Silveira.

Agradeço ao jornalista Ayres Cerutti o registro da minha participação.

eu e o protestoo cartazinhoFoto: Alina Souza/Sul21

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