Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

O Brasil já perdeu 19% da Amazônia e quase 91% da Mata Atlântica. No dia que celebra a proteção das florestas, há pouco o que comemorar. 

Originalmente nesta data era comemorado o dia do Curupira, um personagem do folclore brasileiro conhecido por pregar peças naqueles que destroem a floresta. Mas, infelizmente, o personagem vive apenas nos contos infantis e a floresta não consegue se defender sozinha. Por isso, é nossa responsabilidade preservar este importante patrimônio do Brasil.

Clique aqui e conheça mais sobre a luta do Greenpeace pelas florestas.

Confira também o site do Ecodebate, que traz uma notícia bem importante:

STF oficia Estados atingidos pela crise hídrica para que ampliem metas de restauração florestal

O Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu, em 11 de junho, decisão que reconhece a relação direta entre a escassez de recursos hídricos com o desmatamento e oficiou os Estados para que estabeleçam metas de restauração florestal para as áreas de preservação permanente, acima das faixas definidas no novo Código Florestal. A decisão do Ministro acolheu argumento encaminhado pela Frente Parlamentar Ambientalista, da Câmara dos Deputados, coordenada pelo deputado Sarney Filho (PV-MA).

A decisão  do ministro Luiz Fux, relator da ação civil (2536) movida pelo Ministério Público Federal (MPF) que apura responsabilidades decorrentes da crise hídrica, determina o prazo de dez dias para que os governadores dos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, atingidos pela crise hídrica, apresentem diretrizes de recuperação ou conservação da vegetação nativa nas margens de rios, nascentes e reservatórios, acima do que está estabelecido no novo Código Florestal.

Com a decisão, os Estados envolvidos deverão firmar metas para cumprir o que está instituído no artigo 61-A, parágrafo 17, do novo Código Florestal (Lei 12.651/12), que estabelece que em bacias hidrográficas críticas, como é o caso do Sistema Cantareira, o Chefe do Poder Executivo poderá, em ato próprio, estabelecer metas e diretrizes de recuperação ou conservação da vegetação nativa superiores as definidas na lei florestal.

Clique aqui e leia a reportagem completa.

 

 

 

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