Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

Reportagem do Marco Weissheimer – SUL21.

O Coletivo de Organização da Parada Livre de Porto Alegre promoveu no início da noite desta terça-feira (28) um ato público, na Esquina Democrática, para lembrar as vítimas do massacre ocorrido no dia 11 de junho em Orlando (EUA), que deixou 50 mortos e 53 feridos, e também a população LGBTT brasileira que é vítima de violência diária. Segundo o relatório anual do Grupo Gay da Bahia (GGB), no Brasil, este ano, foram 318 os assassinatos de pessoas LGBTT. “No Brasil, o número de vítimas é o dobro das que estavam na boate Pulse em Orlando. O momento é de profunda dor por todas as pessoas LGBTT que reconhecem no massacre de Orlando o risco de ser violentada por simplesmente ser o que se é”, destacou o panfleto de divulgação da manifestação.

O ato reuniu integrantes de vários coletivos que espalharam bandeiras e cartazes pelo chão da Esquina Democrática lembrando não só as vítimas de Orlando, mas também as vítimas de todos os dias no Brasil. Célio Golin, da organização da Parada Livre que ocorrerá no dia 13 de novembro, chamou a atenção para o avanço conservador no Brasil e também em nível internacional que está ameaçando direitos e conquistas históricas em vários níveis. “A nossa sexualidade mexe com a estrutura de poder e com os fundamentalistas que estão tentando barrar as nossas conquistas em Brasília”.

Leia mais no SUL21.

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