Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

Sul21, sempre vivo na história, pauta um assunto bem importante, a situação do Postão da Cruzeiro. Eu andei por lá, fui levada numa ambulância da SAMU, e fui muito bem atendida – funcionários, pessoas que esperavam na fila, porteiros, a médica, a pessoa da secretaria, todos muito educados e amorosos (e, antes que perguntem, estou bem agora, obrigada)! Porém, não tem como não ver a situação das pessoas em macas, com poucos banheiros, muita gente esperando para ser atendida e… enfim… leiam a reportagem!

Sob constantes denúncias de precariedade, Postão da Cruzeiro tem projeto de reforma parado desde 2007

Localizado em uma das áreas de maior vulnerabilidade social de Porto Alegre, o Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul, na zona sul da Capital, frequentemente aparece no noticiário pelos seus problemas de superlotação e pela precariedade das condições de trabalho e de atendimento à população. É o maior pronto atendimento do RS, chegando até a ser classificado como “hospital clandestino” por órgãos representativos da classe médica. No entanto, há desde 2007 recursos disponibilizados pelo Ministério da Saúde (MS) para a sua ampliação, mas que estão parados pela demora na conclusão do projeto e pela falta de recursos da Prefeitura. […]

A precariedade da situação levou a uma mobilização popular exigindo melhores condições de atendimento no Postão, que se estendeu para a classe médica. Em 23 de maio de 2007, uma ação do Cremers, do Simers e de médicos do Pacs promoveu a “interdição ética” do Postão por falta de condições. Na época, o então presidente do Cremers, Marco Antônio Becker, classificou a medida como um “ato extremo, tomado quando os demais recursos não tiveram sucesso”. Entre os motivos apresentados para a decisão estava a falta de condições mínimas de individualidade e privacidade nas salas de observação (para pacientes mais graves), a falta de condições adequadas para triagem dos pacientes, condições sanitárias precárias, a superlotação de diversas áreas e, entre outras coisas, o fato de que o Postão funcionava, na prática, como um hospital.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

Foto do Sul21

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