Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

O advogado ambientalista Pedro Bigolin Neto tem sido um estudioso sobre a questão indígena e sua não-cidadania no Brasil. Em conversa, me recomendou um vídeo e duas leituras. Informações conhecidas desde aquele tal de 1500, mas que se repetem, se repetem, como a difícil vida dos povos Guarani Kaiowá no Mato Grosso Sul. Protagonistas do livro do Antropólogo Bruno Martins:  “Do corpo ao pó”, da Editora Elefante, são vítimas – segundo Martins – de um “etnocídio e um genocídio“, resultado de uma política de “extinção de uma cultura e de um povo” promovida pelo Estado Brasileiro. Clique aqui para ler a reportagem completa do site SPUTINIKNEWS sobre o tema. Lá também podem ser encontrados vídeos com mais informações.

Espremidos pelo latifúndio e pela monocultura, os indígenas se mobilizaram para ocupar terras e acelerar processos de demarcação. Enquanto os Guarani Kaiowá utilizam o termo retomada, os ruralistas chamam os episódios de invasão.

O antropólogo Bruno Martins diz que as “as retomadas são a opção de um povo que não quer abrir mão de sua identidade cultural”. ( Thales Schmidt – 

A canção indicada pelo advogado Bigolin Neto, “Demarcação Já!”, fala por si e reúne mais de 25 artistas em militância de arte pelos povos indígenas do Brasil. Pelo direito à terra, pelo direito à vida! #DemarcaçãoJá.

 

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