Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

Arquivo para a categoria ‘Empoderamento feminino’

Uergs – 17 Anos – Feliz Aniversário, meu amor.

Não tenho outras palavras para dizer para a Uergs… todo mundo sabe. A Uergs é o meu amor. Eu a vi nascer, crescer, agora está quase entrando na maturidade. Feliz Aniversário, meu amor!

Profa. Eliane e Arisa – Vice-Reitora e Reitora da Uergs.

Pró-Reitor de Administração: Prof. Me. João Carlos Coelho Júnior, Profa. Dra. Reitora Arisa Araújo da Luz, Profa. Ana Carolina M.Silva, Profa. Dra. Vice-Reitora Eliane Maria Kolchinski e Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Prof. Dr. Clódis de Oliveira Andrades Filho.

Fotos da Profa. Caroline Duschitz – muito obrigada.

Em seus nomes, parabenizo a toda comunidade da Uergs!

Pró-Reitor de Extensão Prof. Me. Ernane Ervino Pfüller e Pró-Reitora de Ensino Profa. Dra. Gabriela Silva Dias, com os demais, já citados. (Foto: ASSCOM).

A Uergs está presente em 24 municípios gaúchos, ministrando cursos de graduação e pós-graduação nas três áreas do conhecimento: Ciências Humanas, Ciências Exatas e Engenharias, Ciências da Vida e Meio Ambiente. Clique aqui para conhecer nossa Universidade Estadual do Rio Grande do Sul.

Parabenizo também a todos os acadêmicos e acadêmicas! Grande abraço!

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Prof. Celmar Oliveira e os três encontros sobre “A tragédia dos Comuns” – O vídeo.

Prof. Dr. Celmar Corrêa Oliveira apresenta os três encontros do ciclo de palestras e debates em torno da obra “A tragédia dos Comuns” popularizada pelo ecologista Garrett Hardin no ensaio “The Tragedy of the Commons“, publicado em 1968 na revista Science.[2 e sua aplicação nas diferentes áreas do conhecimento da Gestão Pública. Projeto de Extensão: “A Tragédia dos Comuns Hoje: Seu Legado no Desenvolvimento de Políticas Públicas” – Uergs/Porto Alegre. 

Promoção: Grupo de Pesquisa Políticas, Gestão Pública e Desenvolvimento Uergs/CNPq e Mestrado em Ambiente e Sustentabilidade da Uergs.

Apoio: CARAV e APEDEMA/RS.

Clique aqui para assistir o vídeo com o palestrante do segundo encontro: Prof. Dr. Leonardo Beroldt.

CRÉDITOS

Imagens do Prof. Celmar e Edição de Vídeo:

Profa. Ana Carolina Martins da Silva – Docente da Uergs e associada das ONGs Membros da APEDEMA/RS – GESP e ASPAN:

Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas – Passo Fundo/RS,

Associação São Borjense de Proteção ao Ambiente Natural -São

Borja/RS.

Imagens do evento do dia 23.5.2018: Grupo de Pesquisa Política, Gestão Pública e Desenvolvimento UERGS/CNPq.

Bolsistas:

José Piethro Santos da Silva, Diego Françoes de Souza, Laura Ferraz Bäick.

Imagens das capas de Jornal e de Revistas: Web/Busca Google; Site do Jornal “JÁ”; Blog de Rafael Rangel Winch;  dentre outros.

Fragmento sobre Ostrom: CAPELARI, M.G.B; CALMON,P.C.D.P; ARAÚJO, S.M.V.G.de. Vicent e Elinor Ostrom: duas confluentes trajetórias para a governança de recursos de propriedade comum. Disponível em Cielo: Ambient. soc. vol.20 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2017.

Dados sobre a autora do site da INDIANA UNIVERSITY BLOOMINGTON, do texto: “Armadilha da violência – o foco da Palestra inaugural do Memorial de Vincent e Elinor Ostrom.” de Steve Hinnefeld/fev.2015.

Trilha Sonora: Bridges – Dan Lebowitz – Mídia Livre – Biblioteca de Audio do Youtube.

Porto Alegre/RS – Brasil – 26.6.2018.

O ilimitado Adão Iturrusgarai e o hu(a)mor

Entrevista imperdível no República das Bananas: Adão Iturrusgarai: “Impor limites ao humor é uma piada sem graça”.

Adão Iturrusgarai é um cara à frente do seu tempo. Muito antes que cowboys gay subissem a a montanha Brokeback pra fazer sacanagem no mato, ele já havia criado os incríveis Rocky e Hudson, que em breve terão sua própria série de animação no Canal Brasil.

E muito antes que alguém traduzisse toscamente a palavra “empowered” para “empoderada”, ele já havia criado a Aline, uma mulher liberada e… vá, lá… empoderada com dois namorados, Otto e Pedro. A tira ficou tão famosa que virou série na Globo em 2009.

Além de tudo isso, Adão foi o “D’Artagnan” do mitológico “Los Três Amigos”, aquele bando que reunia o Angeli, Glauco e Larte e que é responsável por revolucionar o humor gráfico brasileiro.

Dono de um traço caligráfico, rápido e, mais do que tudo isso, engraçado, Adão vai do sublime ao infame em segundos (e isso é um elogio).

Esperto, nunca mexeu com essa nojeira de política e preferiu se dedicar ao humor de comportamento e à sacanagem, que é muito melhor.

Essa entrevista faz parte da série O HUMOR NOS TEMPOS DA CÓLERA, que tem como objetivo debater como é fazer graça num mundo onde todo mundo patrulha todo mundo o tempo todo. Essas entrevistas serão depois reunidas num livro histórico e histérico sobre o humor nesses anos bestas.

Agora chega de nhenhenhem e vamos receber com uma salva de palmas, o cartunista argentino mais engraçado do Brasil: ADÃO ITURRUSGARAI!   

Adão, que viadagem é essa de virar pintor? Humor não dá dinheiro? 
Nada dá mais dinheiro do que humor no Brasil, só prostituição, tráfico de drogas e política. Bom, tem futebol também… Além dos quadrinhos de humor, sempre dei umas pintadas. Mas o resultado nunca me agradou. Retomei há uns dois anos e comecei, de brincadeira, a postar as imagens das minhas “fine arts” (ui!) nas redes sociais e o retorno foi bacana, as pessoas curtiam e elogiavam. Começaram a perguntar se eu queria vender. Achei que era trote, até que um cara da Suíça me encomendou cinco pinturas. Fiquei meio cabreiro de ser enganado, de enviar as pinturas e o cara não depositar a grana. O cliente também estava com o pé atrás. Então eu propus “dividirmos a confiança”. O cara me transferiu a metade da grana e a outra metade chegou quando ele recebeu as obras. Nunca imaginei que existisse atividade mais prazerosa do que fazer quadrinhos… Talvez só transar e usar drogas pesadas.

Clique aqui para ler a entrevista completa.

Eu deveria dizer que postei essa indicação de Entrevista pelo pensamento nobre de refletir sobre a Arte. Também por isso, mas recebo o “Correio Elegante” do Adão via gmail (sua mala (in)direta) e – sim – seus cartuns são o que tenho de mais divertido na minha vida sexual hoje. Além disso, foi uma boa desculpa para colocar a foto dele – bem grande aqui no blog! Clique aqui e conheça mais sobre esse artista muito muito muito louco. (kkkkk – p.s. tentei fazer a postagem no estilo do entrevistado).

 

Memórias – Vídeo da APL – Academia Passo-Fundense de Letras

Reorganizando a casa (e a vida), fui encontrando muitas memórias. Uma delas, muito querida, é do tempo que fui IMORTAL – membro da Academia Passo-Fundense de Letras, de Passo Fundo, RS. Para matar a saudade, postei no meu canal do Youtube uma entrevista feita pelo confrade Gilberto Cunha e pelo confrade Paulo Monteiro – comigo – no Programa “Literatura Local”, mantido pela APL em parceria com a TV Câmara. Programa do qual fui âncora, juntamente com outros escritores da Academia por muitas vezes. Em breve, estarei publicando mais alguns programas. Confira esse, de 13/09/2006 !

APL: Fomento à leitura e à reflexão. Palestras, encontros na Biblioteca Municipal, lançamentos de livros, projetos com as escolas e a maior porta do Estado!

Segundo informações de Lech (cadeira 39) e Monteiro (cadeira 32), disponibilizadas na página da APL, no facebook:

O prédio da Academia Passo-Fundense de Letras
O centenário prédio da Academia Passo-Fundense de Letras, situado na Avenida Brasil, 792, em estilo arquitetônico neoclássico, foi construído em 1912, sob auspícios do Clube Pinheiro Machado, entidade social que congregava os adeptos do Partido Republicano Rio-Grandense (PRR).
Entre 1929 e 1932 serviu para a formação de professoras, com a instalação da Escola Complementar, raízes da atual Escola Estadual de Ensino Médio Nicolau de Araújo Vergueiro.
Após abrigar algumas repartições públicas, passou a sediar o Grêmio Passo-Fundense de Letras, fundado no dia 7 de abril de 1938, depois transformado em Academia Passo-Fundense de Letras (APL), a 7 de abril de 1961. A Biblioteca Pública de Passo Fundo funcionou nesse mesmo endereço até 1973, quando então foi transferida para o prédio da Rua Moron, onde se localiza atualmente.

Após algumas reformas para a manutenção do prédio, que não foram suficientes, este precisou ser abandonado, ficando, por mais de uma década, com a sua fachada sustentada por estacas e escondida por tapumes para proteger os transeuntes. Nesse período os acadêmicos passaram a reunir-se em diferentes lugares: Escola Notre Dame, auditório do Fórum, sala alugada no Campus Central da Universidade de Passo Fundo, etc…
Após a cogitação da sua demolição em 1985, que impactou a comunidade passo-fundense preocupada com a proteção do patrimônio histórico da cidade, concluiu-se que apenas a fachada do prédio apresentava condições de preservação. Em 1988, a reforma do prédio foi prevista no orçamento da Prefeitura de Passo Fundo. No entanto, em 1990, mais uma vez, a possibilidade de demolição foi aventada e gerou inúmeros protestos.
Foi então que o prefeito Airton Lângaro Dipp, filho de Daniel Dipp, um dos fundadores do Grêmio Passo-Fundense de Letras, tomou a iniciativa do tombamento do edifício sede da APL, que o elevou à categoria de Patrimônio Histórico Municipal.
A partir daí a reconstrução do prédio saiu do papel, tendo sido, a primeira etapa, finalizada em 2002, quando então os acadêmicos voltarem a se reunir em seu próprio sodalício.
Apesar de alguns problemas físicos ainda existirem no novo prédio, que manteve a belíssima e histórica fachada que ostenta a porta mais alta do Rio Grande do Sul, ele é motivo de orgulho para todos os passo-fundenses, que o têm como um dos “cartões postais” da cidade.
A biblioteca histórica da APL, embora modesta, conta com importantes obras clássicas e centenas de obras produzidas pelos mais de cento e oitenta acadêmicos que fizeram e fazem parte da rica história da instituição.
O auditório da instituição das letras locais, recentemente mobiliado com 150 confortáveis cadeiras compradas com recursos dos acadêmicos e doações dos “amigos da APL,” tem estado aberto à comunidade passo-fundense e, cada vez mais, tem sido palco de importantes debates. Para citar um deles, destaca-se “I Fórum de Proteção ao Patrimônio Histórico”, realizado em conjunto com as faculdades de arquitetura da Universidade de Passo Fundo (UPF) e da IMED, que reuniu quase duas centenas de profissionais e estudantes preocupados com a manutenção da história do município de Passo Fundo.
A galeria dos presidentes, que exibe as fotografias de todos os trinta e quatro presidentes que dirigiram a APL ao longo dos seus 75 anos de história, funciona como espaço para a recepção de convidados após os eventos realizados no auditório e para as reuniões semanais dos acadêmicos, que ocorrem sempre aos sábados pela manhã.
A história deste lindo prédio confunde-se com praticamente a metade da história do município de Passo Fundo, não havendo quem não se encante com a sua beleza arquitetônica ou duvide do seu valor como patrimônio histórico da cidade.

Marilise Brockstedt Lech (cadeira 39) e Paulo Monteiro (cadeira 32) — em Academia Passo-Fundense de Letras.

Posto isso, retomo minha memória pessoal – a posse- Passo Fundo, setembro de 2001, para a Cadeira de Ernani Guaragna Fornari, poeta, novelista, romancista e teatrólogo gaúcho nascido em 1899 e falecido em 1964 (ano de meu nascimento).

Acadêmicos da APL

Dentre os convidados, meu pai: Ivonie Marques da Silva; minha mãe, Iracema Martins da Silve e na segunda fileira, primeira cadeira, o saudoso Luis Carlos De Cesaro (o Gringo), cunhado, amigo e socialista.

Outra memória boa é da “Semana das Letras Passo-Fundenses” – que continua ocorrendo todos os anos. As fotos abaixo são registros da participação dos Acadêmicos na Feira do Livro de Passo Fundo (2001).

Nesse ano, também, produzido pela Editora Grafite, de Bento Gonçalves (do Ademir Bacca), com o apoio da FUNVALE (via Luiz Antônio Piccoli), tive publicado o livro “Piedade: Ponte ou Muralha?”

 

Post sincerão – como diz a Ana De Cesaro

Meus queridos – poucos – mas sinceros seguidores. Estive por ali salvando o mundo e fiquei meio sem tempo para postagens. Como sabem, nada anda fácil em termos de salvação hoje em dia. Tentei salvar o meu mundo (estudando – apoiando minha família – pais e filhas), salvar o mundo Terra (ajudando na articulação da APEDEMA-RS) e o mundo espiritual (indo na minha catedral Metodista). Enfim, muita coisa acontecendo – desnecessário dizer – é só olhar em volta – todos os mundos estão interligados e está tudo muito complicado.

Confirmação de votos Catedral Metodista

Sala de Estudos Doutorado em Letras – UniRitter

Eleição RP1 CMDUA – POA

Assembleia Geral APEDEMARS 24.3.2018

Fórum ULBRA

Fórum Ulbra II

Cuidando e sendo cuidada – papai e mamãe

Vivendo meu tempo. Escorando os meus – na hora da “percisão”.

Então, mando beijos para todos e todas e continuemos!!

 

…mas tinha de respirar…

Reconectando À base agora. Estive envolvida 100 por cento com a saúde de minha mãe, que esteve por um fio. Graças a Deus e a um trabalho árduo das equipes médicas e da família, fui levá-la de volta para São Borja na semana passada, restabelecida, conversando, com saudades de meu pai, da casa, das plantinhas dela, dos passarinhos e tudo mais. Cheguei agora de manhã em POA – no inverno!!! Saí ontem de São Borja num verão de 35 graus. Vá entender. Enfim, reaquecendo as baterias, posto dois vídeos que me representam. Um – em poesia – Arnaldo Antunes. Outro – em poesia, corpo e coragem – minha filha artista – Ana De Cesaro. Bom tour midiático!

 

Vamos em frente!

 

Agradecimentos e desejos de boas festas

Prezados colegas e alunos da Uergs, comunidade universitária em geral, olá!

Encerrei agora as minhas 08 disciplinas do semestre 2017 II, (ainda faltando a da Pós-Graduação – que será fechada em breve); Também, recebi a confirmação de minhas aprovações nas disciplinas que cursei durante esse ano – no Doutorado em Letras (UCS/UniRitter) – 2 no Sem I e 3 no Sem II (foram 4 conceitos “A” e uma está para fechar em meados de Janeiro);

Turma do Doutorado (Ucs/UniRitter) e Mestrado em Letras com profa. Maria Alzira Leite

Também, orientei trabalhos no VII SIEPEX e fui banca. Organizei evento em Osório e participei da I Semana de Letras/ADM com posteres com meus alunos de Letras. Tive a honra de participar da I Semana Acadêmica da Automação e da Engenharia com oficina. Fui Banca de TCCs de ADM e de Pedagogia, participei de passeatas;

BANCAS DE TCCS – ADMINISTRAÇÃO – UERGS / POA

Banca de Naima Porto: 

Os Marcos-legais da Inclusão da Pessoa com Deficiência no Brasil: Um resgate histórico da inclusão no contexto brasileiro. Administração (Gestão Pública). Com Prof. Celmar Oliveira e profa. Magali Menti.
Banca de Sabrina Aguirre: A candidatura de mulheres para os cargos legislativos no Rio Grande do Sul. Administração (Gestão Pública). com Profa. Caroline Duschitz  e profa. Magali Menti.
BANCAS DE TCCS – PEDAGOGIA – UERGS -LITORAL NORTE – OSÓRIO:
Banca de Eliseu Zebmbruzki Batista: “Osentido do corpo – identidade e cultura: por uma abordagem de educação interdisciplinar e transdisciplinar. ” Pedagogia – 13.12.2017;
Banca de Ronaldo Rodrigues Krumberg: “Processos criativos, criatividadee expressão na arte: um estudo de caso numa escola de educação infantil no Litoral Norte/RS – Pedagogia – 13.12.2017 – De presente – o livro de Ana Maria De Cesaro;
Banca deAugusto Dutra, discutindo a questão de Gênero dos professores e professoras na Educação Infantil. Valter Freitas, profa. Valquíra Parode e profa. Maria Cristina (IF-Osório) — emUergs Unidade Litoral Norte- Osório.
Ainda, estou atuando no Movimento Ecológico Gaúcho novamente, com mais responsabilidade agora. Em paralelo, resolvi muitas questões da família, de afetos e financeiras. Foi um ano repleto de ações de muitas responsabilidades (e que ainda não acabou), além de “otras cositas más”, que estão no meu blog.

Ana mãe, Ana e Ane De Cesaro

Nada que seja novidade para vocês, que passaram por situações talvez análogas às minhas e, quem sabe, de maior responsabilidade, ou apreensão.
Porém, somos todos um pouco egoístas. Nosso problema é sempre maior do que os dos outros, assim como nossa vitória. Faz parte de nossa incompletude humana. Por isso, em alguns momentos, cheguei a me esquecer como se fazia para rir – ou chorar. Muitas vezes pensei – se eu chorasse – talvez passasse essa dor, mas o choro não vinha, porque o cansaço era tanto – que não havia forças para chorar.
Os tempos que se avizinham não serão fáceis. Devem estar acompanhando o que aconteceu na UniRitter (assim como na PUC, em julho, e. na Estácio, um pouquinho atrás). Fomos todos surpreendidos com o afã do capital em potencializar seu ganho e minimizar suas perdas. No entremeio desse processo, muitas vidas envolvidas, de docentes e de discentes e – mais – de uma área inteira, como a de Letras, afetadas diretamente. Os dados ainda estão rolando por lá, graças aos nossos companheiros do SINPRO, mas o futuro é incerto. Estou acompanhando a situação do Meio Ambiente e dos direitos humanos, nada parece mais estável e as leis, pelas quais tanto lutamos, estão se diluindo no ar.
Eu aprendi, que, quando se tem coisas fáceis e difíceis para se fazer, deve-se começar pelas difíceis. As fáceis ficam para os tempos mais doces. É nesse sentido, que quero agradecer a presença de todos vocês em minha vida nesse ano. Cada um, com o seu jeito de ser, me levou a resolver primeiro as coisas mais difíceis, estando junto na hora das coisas fáceis também. O que dizer sobre isso? Muito obrigada.
Estarei, em 2018, em um ano sabático. Jamais esquecerei o apoio que tive de todos e de todas! Voltarei fortalecida e com o a responsabilidade de devolver à Uergs, todo o apoio que me deu.
Um feliz Natal para todos e todas. Um ano novo repleto de saúde, paz e bençãos!
Bjs

Papai Noel do Shopping da Rua da Praia