Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

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É HOJE – HOJE ABREM AS INSCRIÇÕES PARA O EVENTO DA UERGS NA 62 FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE!

Pelo quarto ano consecutivo, Uergs promove atividades na Feira do Livro de Porto Alegre.

Fonte: site oficial da Uergs.

A Uergs participará mais uma vez da Feira do Livro de Porto Alegre, que este ano ocorrerá de 28 de outubro a 15 de novembro, em sua 62ª edição. A proposta da Universidade é estimular práticas leitoras em múltiplas linguagens e bibliodiversidade, tema que será explorado por meio de conversas com autores, oficina e outras atividades como jogos, leituras em grupo, teatro e exposições.

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A programação da Universidade na Feira será realizada nos dias 4, 5, 11 e 12 de novembro. Os destaques são as atividades em comemoração ao centenário de João Simões Lopes Neto, a Oficina de formação na arte do Teatro de Bonecos, ministrada pelo bonequeiro João Francisco Costa, da Associação Gaúcha de Teatro de Bonecos (AGTB), e a participação dos professores João Carlos Arendt e Rejane Pivetta, coordenadores do Doutorado em Letras da Associação Ampla da Universidade de Caxias do Sul (UCS) e Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter).

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A coordenadora do projeto de extensão que oportuniza a participação da Uergs na Feira, Ana Carolina da Silva, explica que a escolha do tema está associada à multidisciplinaridade do ambiente acadêmico e a uma discussão mais ampla que envolve organizadores de Feiras do Livro em todo o país.

“Bibliodiversidade foi um termo lembrado pela Sônia Zanchetta, da Câmara do Livro, e que surgiu dentre os livreiros, atingindo um debate nacional, sobre a questão das Feiras evitarem abordar apenas os cânones e os best sellers, para que seu público tivesse acesso aos mais diferentes autores, temas, formatos, preços e etc. De nossa parte, resolvemos usar o termo associando à multidisciplinaridade existente no ambiente acadêmico, integrando todas as áreas”, esclarece.

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Inscrições

A programação está dividida em três locais: Biblioteca Pública Municipal, Livraria Paulinas e Memorial do Rio Grande do Sul. As inscrições estarão abertas de 13 de outubro a 4 de novembro e deve ser feita mediante preenchimento de formulário.

O evento é aberto ao público e, após as atividades presenciais, os participantes poderão ampliar conhecimentos sobre os assuntos abordados, esclarecer dúvidas e complementar a carga horária para certificação, participando de atividades em EaD.

Quatro anos de participação na Feira do Livro de Porto Alegre

Ana Carolina conta que este projeto de fomento e promoção da leitura começou com o curso de Especialização em Teoria e Prática da Formação do Leitor, em 2013. “Neste sentido, acabou construindo uma trajetória mais ligada aos setores da comunicação, da biblioteconomia, letras e similares. Agora, em sua 4ª edição, escolheu-se um tema que envolvesse todos os segmentos da Uergs, que se divide em: Área das Ciências Humanas; das Ciências da Vida e do Meio Ambiente e das Ciências Exatas e Engenharias”

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Nesta edição em que amplia sua abrangência, foram convidados oficineiros das áreas das Humanas e das Engenharias, tanto da Uergs, quanto convidados. “Para o próximo ano, já se estuda um formato alternativo, de maneira a abarcar todos os segmentos”, adianta a professora. (Projeto aprovado pelo PROEXT 2016/1.

Serviço

Uergs na 62ª Feira do Livro de Porto Alegre

Tema: Práticas leitoras e múltiplas linguagens e Bibliodiversidade.

Período: 4, 5, 11 e 12 de novembro.

Carga Horária: 30h (20h presenciais e 10h em EaD).

Locais: Biblioteca Pública Municipal, Livraria Paulinas e Memorial do Rio Grande do Sul.

Inscrições: de 13 de outubro a 4 de novembro, mediante preenchimento doformulário de inscrição

Coordenação: Ana Carolina Martins da Silva

Contato: anacarolina.livre@gmail.com

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Mario Quintana- 110 anos: Casa de Cultura tem programação especial

O nascimento do “poeta das coisas simples” completa 110 anos neste sábado (30), e a Casa de Cultura que leva seu nome preparou uma programação em sua homenagem. Nascido em Alegrete em 1906, Mario Quintana se mudou para Porto Alegre aos 20 anos para estudar, e viveu na cidade até sua morte, em 1994. Clique aqui e leia esta Reportagem completa do SUL21.

Uma recordação da CCMQ.

Registro de um passeio com Ayres Cerutti na Cinemateca Paulo Amorim da Casa de Cultura Mário Quintana (CCMQ) em Porto Alegre/RS.
O Entrevistado foi o Operador Cinematográfico: Paulo Hart. Os textos de Pesquisa são da Cinemateca Paulo Amorim e Romeu Grimaldi 

O áudio apresenta um fragmento do Trailer do Filme: A grande beleza (La Grande Bellezza — Europa Filmes/2013). e uma maravilhosa reprodução do som de um Projetor antigo de cinema: Old Film Projector-SoundBible — Mídia Livre; A Foto do Espaço Romeu Grimaldi é de Divulgação CCMQ.

Dica de Turismo: Revista Programa/RS
Imagens e Edição: Ana Carolina Martins da Silva
Gravado em Porto Alegre/RS, no dia 06.07.2014, com uma câmera Cyber-shot Sony.

Pegaí garante acesso à leitura em Ponta Grossa/PR

Recadinho de Leitura:

Proposta disponibiliza leitura grátis em diversos pontos públicos da cidade

A democratização da leitura. Foi com este objetivo que surgiu em Ponta Grossa/PR o Pegaí Leitura Grátis, iniciativa sem fins lucrativos, não governamental.  Em junho de 2013 a ideia do professor universitário Idomar Augusto Cerutti de “aproximar livros sem leitores de leitores sem livros” saiu do papel e foi para as ‘ruas’ do município. Desde esta data, o professor vem incentivando a doação de livros literários, para que mais pessoas tenham acesso e o hábito à leitura. A partir das doações, o idealizador foi ‘montando’ estantes em locais públicos para que as pessoas pudessem emprestá-los e lê-los, a seu tempo.

E não é que a idéia deu certo. Em seu primeiro ano, o Pegaí já havia disponibilizado aproximadamente 20 mil livros a novos leitores. “Recebemos através de doações, em média, 1,6 mil livros ao mês”, exulta Cerutti, que destaca que tanto pessoas físicas, como jurídicas podem realizar doações. Hoje o Pegaí já conta com várias Editoras parceiras que enriquecem ainda mais a campanha de Leitura Grátis. “Algumas delas até já ‘adotaram’ estantes”, conta o coordenador, explicando que para adotar uma estante basta mantê-la sempre com livros.

Para dar conta de todas as doações e dos pontos de disponibilização de livros, um grupo de voluntários foi se formando, e já passa de 90 pessoas que tem um objetivo em comum: disponibilizar novas leituras, novas possibilidades, a um número cada vez maior de leitores. E para alcançar passos cada vez maiores, o Pegaí Leitura Grátis viu a necessidade – ao completar seus dois anos de funcionamento – de criar o Instituto Pegaí. “Vimos que para viabilizar novas doações e parcerias tínhamos que nos formalizar”, justifica Cerutti, destacando ainda que a entidade jurídica formalizada possibilita ainda  expandir o Pegaí em um formato de  franquia social em outros municípios – uma proposta que já está na lista de afazeres do grupo envolvido.

Além de todos os voluntários, o Pegaí conta com uma teia de empresas parceiras, sempre prontas a prestar serviços pela democratização da leitura. São produtoras, agências de propaganda, empresas de impressão, gráficas, empresas de transporte, reparadora de veículos – que realiza a restauração das estantes – e até supermercado que ajudam a manter a proposta de Leitura Grátis. “Todas estas parcerias garantem a auto-suficiência do Pegaí”, aponta seu idealizador.

Além da sustentabilidade econômica, com sua auto-suficiência, o Pegaí visa suas ações na sustentabilidade ambiental. As estantes e os pontos de coleta espalhados pelo município são todos produzidos de material de reuso, como geladeiras, computadores, caixas de frutas e até painéis elétricos antigos que seriam descartados.  O desperdício de papel também não vale. A parceria com gráficas possibilita a divulgação do Pegaí, sem desperdícios. Os marcadores de página com a proposta são produzidos por estes parceiros com o ‘resto’ dos papéis utilizados na empresa. Este material de divulgação serve ainda para mostrar o trabalho de artistas locais. “Colocamos tirinhas de diversos autores para ilustrar o Pegaí”, conta Cerutti.

Como funciona:

Para doar – Qualquer pessoa, de qualquer lugar do Brasil ou do exterior, pode fazer doações. Há inclusive pontos de coleta em outras cidades do Brasil. Para verificar a lista com estes pontos basta acessar http://www.pegai.info/#pontos-coleta.

O Pegaí precisa de obras do “gênero literário” (poesia, soneto, romance, crônicas, contos, ensaios, entre outros), indicados para crianças, jovens ou adultos. Livros de estudo, técnicos, religiosos, listas telefônicas não são aceitos. “Nosso foco é incentivar o hábito da leitura, por isso não aceitamos este tipo de material, mais voltado aos estudos ou consultas”, explica o coordenador do Pegaí.

Para ser voluntário – Basta ter comprometimento e responsabilidade. Os voluntários podem doar seu tempo ou seu talento ao Pegaí.

Para ler – Os livros do Pegaí podem ser retirados nas diversas estantes espalhadas em locais públicos da cidade de Ponta Grossa. Não é necessário fazer cadastro. Para devolvê-los há as caixas de coletas, os livros não devem ser devolvidos diretamente nas estantes, já que desta maneira os voluntários ficam impossibilitados de contabilizar os números da proposta, como as devoluções.

Os livros do Pegaí são separados e registrados pelos voluntários do Projeto, que carimbam, colocam etiquetas e os classificam por faixa etária.

Maiores informações:
www.pegai.info
www.fb.com/projetopegai

Assessoria de Imprensa: Luciane Rosas Rodrigues MTB 6541.

Contato: imprensa@pegai.com.br| (42) 91054605.

VER PARA CRER!!

 As crianças já aderiram a Proposta do Pegaí. Registro da Pegada Cultural realizada durante caravana gastronômica de Ponta Grossa.

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 A voluntária Tatiana Tome empenhada durante mutirão do Pegaí. Nas ações, grupos de voluntários separam, registram e etiquetam os livros recebidos.

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Pegaí com foco na sustentabilidade. Painel Elétrico que seria descartado virou armário da proposta de Leitura Grátis.

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Créditos das fotos: Idomar Cerutti.

VÍDEO NOVO!!Contadora de Histórias: Maria Helena Ramalho apresenta Joel Rufino

CHEGOU O VÍDEO!! Contadora de Histórias: Maria Helena Ramalho Mariah Ramalho Livro: O caçador de lobisomem, ou, O estranho caso do Cussarruim da Vila do Passavento de Joel Rufino dos Santos e Walter Ono. Audio ao vivo do escritor: Celso Sisto. 61ª Feira do Livro de Porto Alegre/RS, “4ª Mostra Nacional de Contadores de Histórias” /“8º seminário A Arte de Contar Histórias”, do Celso Sisto. Agradecimento: Francisco Gregorio:

VALEU CELSO SISTO!!

A Arte de Contar Histórias Celso Sisto

Memória de vozes e de livros: Raquel Nader e Francisco Gregório.

Momento Mágico: 17h30min às 19h – Casa do Pensamento

Memória de vozes e de livros, mesa-redonda com Raquel Nader e Francisco Gregório

Mediadora: Ana Carolina Martins da Silva (RS)

Narração de abertura: Milene Barazzetti

Tenho muito a agradecer! Celso Sisto, muito obrigada e Parabéns!!!

MilenegregorioraquelMediação na Feira

Vídeo Novo: 3ª MESA REDONDA: TEORIA E PRÁTICA DA FORMAÇÃO DO LEITOR – Convite

3ª MESA REDONDA: TEORIA E PRÁTICA DA FORMAÇÃO DO LEITOR – Convite

13 e 14 de novembro de 2015.

INSCRIÇÕES GRATUITAS NO SITE DA UERGS: www.uergs.edu.br  E  NO LOCAL DO EVENTO.

INFORMAÇÕES: (51) 3228 1731

CRÉDITOS

Imagens e Edição: Ana Carolina Martins da Silva

Trilha: “Maçambique é do Povo” de Ivan Therra – Gentilmente cedida pelo autor – e sons originais da Feira do Livro.

Agradecimentos: Paulo Guedes, Luís Augusto Fischer, Livraria Paulinas, Biblioteca Moacyr Scliar, Emilene Teixeira, Uergs, Sônia Zanchetta, Pedro Marodin, Ivan Therra, Assessoria de Comunicação da UERGS e Câmara do Livro de POA. A todos e a todas que participaram de forma direta ou indireta deste vídeo e deste evento.

Carl Hart: para além do comum!

Publicado em 29 de ago de 2015 por Estúdio Fluxo.

Em sua primeira declaração à imprensa depois da enorme repercussão de uma reportagem sobre um caso de discriminação que o ele teria sofrido no hotel Tivoli Mofarrej, o professor Carl Hart esclarece o caso. Diz que não foi barrado, que não sofreu qualquer constragimento em sua chegada ao hotel. E que a reportagem tirou sua declaração sobre o abismo racial brasileiro de contexto. E diz que o episódio e a repercussão diz muito sobre o racismo no Brasil. Pois essa indignação não acontece quando ocorre com negros sem o destaque ou a posição que dispõe.

Tradução: Miquéias Sartorelli