Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

Arquivo para a categoria ‘Família’

Como faz – crepioca? com Ana de Cesaro

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Post sincerão – como diz a Ana De Cesaro

Meus queridos – poucos – mas sinceros seguidores. Estive por ali salvando o mundo e fiquei meio sem tempo para postagens. Como sabem, nada anda fácil em termos de salvação hoje em dia. Tentei salvar o meu mundo (estudando – apoiando minha família – pais e filhas), salvar o mundo Terra (ajudando na articulação da APEDEMA-RS) e o mundo espiritual (indo na minha catedral Metodista). Enfim, muita coisa acontecendo – desnecessário dizer – é só olhar em volta – todos os mundos estão interligados e está tudo muito complicado.

Confirmação de votos Catedral Metodista

Sala de Estudos Doutorado em Letras – UniRitter

Eleição RP1 CMDUA – POA

Assembleia Geral APEDEMARS 24.3.2018

Fórum ULBRA

Fórum Ulbra II

Cuidando e sendo cuidada – papai e mamãe

Vivendo meu tempo. Escorando os meus – na hora da “percisão”.

Então, mando beijos para todos e todas e continuemos!!

 

…mas tinha de respirar…

Reconectando À base agora. Estive envolvida 100 por cento com a saúde de minha mãe, que esteve por um fio. Graças a Deus e a um trabalho árduo das equipes médicas e da família, fui levá-la de volta para São Borja na semana passada, restabelecida, conversando, com saudades de meu pai, da casa, das plantinhas dela, dos passarinhos e tudo mais. Cheguei agora de manhã em POA – no inverno!!! Saí ontem de São Borja num verão de 35 graus. Vá entender. Enfim, reaquecendo as baterias, posto dois vídeos que me representam. Um – em poesia – Arnaldo Antunes. Outro – em poesia, corpo e coragem – minha filha artista – Ana De Cesaro. Bom tour midiático!

 

Vamos em frente!

 

Agradeço a Deus as graças alcançadas!

Hoje é domingo e os sinos já tocaram. Dia de Igreja. Moro entre duas Catedrais: a Católica e a Metodista. Dois templos humanos de busca de uma compreensão transcendental da vida. diferentes interpretações do mesmo livro, que – por própria concepção – é uma soma de livros.  Penso que ia acabar assim mesmo, fazendo um contrato social e filosófico baseado em um livro e em revelações e fé. Hoje é domingo e, à tarde, vou visitar minha mãe, meu pai e minha irmã. Três vidas que já estiveram em perigo e por quem me prostrei sinceramente pedindo a intercessão de Deus – e fui atendida. Vejo minha mãe retomando a corzinha dos lábios, minha irmã na cozinha, zelosa, ajeitando os mil cuidadinhos e, meu pai, na sala, lendo adormecido o seu jornal que nunca termina e penso – obrigada, Senhor. Muito obrigada. Hoje é domingo – domingo de carnaval – eu ia até à Catedral Metodista, com quem compartilho minha fé, mas – com o final do ano tão trabalhoso, em todos os sentidos – alguns afazeres ainda ficaram para trás, sobre os quais tenho me debruçado, entre cuidados com minha mãe convalescente e minha angústia existencial. Não é pouco, Deus, Tu sabes isso. Não é muito, mas como eu ando pouca, parece sempre denso. Começo essa oração de forma esquisita, pois me sinto devendo quando não vou na Igreja no domingo, ainda mais quando estou recebendo tanto e tanto. Em Mateus 5.6-8, “Como se deve orar”, o Livro diz que devemos orar em secreto, mas nos tempos atuais, para agradecer, me sinto no dever de orar em público. Dar esse reconhecimento, não “como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens.” Mateus 6:5. mas, sim, como alguém que diz: Muito obrigada. Deixando esse agradecimento e esse testemunho para serem vistos por homens e mulheres, para que saibam que há um caminho e um porta aberta, sempre que o desespero bater, mas há também uma responsabilidade com essa porta, quando o desespero passar. A responsabilidade é a de colocar o seu coração no céu. Isso eu já fiz. Amém. Deus amado, muito obrigada por me fazer dormir, quando as questões humanas me dão insônia; obrigada por me mostrar a luz, quando os desmandos dos que estão agindo contra a natureza e a vida me lançam – e lançam a todos os outros – nas trevas; Obrigada por me manter convicta de que se buscar, eu acharei. Às vezes, meu Deus, falta-me paciência para o tempo que requer essa busca, então, penso que o Teu tempo corre numa velocidade diferente da minha. Querido Deus, agora, nos mais diferentes templos que se construíram em teu nome, alguns estão pregando de coração puro; outros, enganando as pessoas e tentando iludi-las, usando a Palavra que, por vezes, é de difícil compreensão. Deus, separa o joio do trigo de tua igreja e mantém apenas aqueles que lutam pela vida e pela vida em abundância. 15 “Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Mateus 7:15

Deus, se puderes, me proteja e me dê forças para enfrentar esse isolamento que se estabeleceu e que não entendo a razão. Está nas tuas Mãos e de Teu Santo Filho, nosso amado Jesus. Amém.

Receita com Grão de Bico. Oba!!

Confirmação de Votos de comunidade de fé.

Catedral Metodista de Porto Alegre

Catedral Metodista – Pr Flávio T. Antunes.

Catedral Metodista – Pr Flávio T. Antunes.

Momentos muito especiais de confirmação de Fé. Meu querido Pr. Flávio Trindade Antunes ministrou o Ato Litúrgico de minha confirmação de Votos como membro da Igreja Metodista. Na foto, o Pr. Flávio, mais meu querido amigo Sylvio Nogueira, minha filha Anelise De Cesaro, eu – de mãos dadas com minha madrinha de Fé, D. Vera e seu querido esposo – e meu padrinho, Sr. Ilzo. Presença mais do que especial do acadêmico de Letras Luiz Eduardo Menezes Gomes, meu aluno, ex-bolsista e meu amigo.

Todos como testemunhas de minha entrega à vida e à obra de Jesus Cristo. Amém.

 

Agradecimentos e desejos de boas festas

Prezados colegas e alunos da Uergs, comunidade universitária em geral, olá!

Encerrei agora as minhas 08 disciplinas do semestre 2017 II, (ainda faltando a da Pós-Graduação – que será fechada em breve); Também, recebi a confirmação de minhas aprovações nas disciplinas que cursei durante esse ano – no Doutorado em Letras (UCS/UniRitter) – 2 no Sem I e 3 no Sem II (foram 4 conceitos “A” e uma está para fechar em meados de Janeiro);

Turma do Doutorado (Ucs/UniRitter) e Mestrado em Letras com profa. Maria Alzira Leite

Também, orientei trabalhos no VII SIEPEX e fui banca. Organizei evento em Osório e participei da I Semana de Letras/ADM com posteres com meus alunos de Letras. Tive a honra de participar da I Semana Acadêmica da Automação e da Engenharia com oficina. Fui Banca de TCCs de ADM e de Pedagogia, participei de passeatas;

BANCAS DE TCCS – ADMINISTRAÇÃO – UERGS / POA

Banca de Naima Porto: 

Os Marcos-legais da Inclusão da Pessoa com Deficiência no Brasil: Um resgate histórico da inclusão no contexto brasileiro. Administração (Gestão Pública). Com Prof. Celmar Oliveira e profa. Magali Menti.
Banca de Sabrina Aguirre: A candidatura de mulheres para os cargos legislativos no Rio Grande do Sul. Administração (Gestão Pública). com Profa. Caroline Duschitz  e profa. Magali Menti.
BANCAS DE TCCS – PEDAGOGIA – UERGS -LITORAL NORTE – OSÓRIO:
Banca de Eliseu Zebmbruzki Batista: “Osentido do corpo – identidade e cultura: por uma abordagem de educação interdisciplinar e transdisciplinar. ” Pedagogia – 13.12.2017;
Banca de Ronaldo Rodrigues Krumberg: “Processos criativos, criatividadee expressão na arte: um estudo de caso numa escola de educação infantil no Litoral Norte/RS – Pedagogia – 13.12.2017 – De presente – o livro de Ana Maria De Cesaro;
Banca deAugusto Dutra, discutindo a questão de Gênero dos professores e professoras na Educação Infantil. Valter Freitas, profa. Valquíra Parode e profa. Maria Cristina (IF-Osório) — emUergs Unidade Litoral Norte- Osório.
Ainda, estou atuando no Movimento Ecológico Gaúcho novamente, com mais responsabilidade agora. Em paralelo, resolvi muitas questões da família, de afetos e financeiras. Foi um ano repleto de ações de muitas responsabilidades (e que ainda não acabou), além de “otras cositas más”, que estão no meu blog.

Ana mãe, Ana e Ane De Cesaro

Nada que seja novidade para vocês, que passaram por situações talvez análogas às minhas e, quem sabe, de maior responsabilidade, ou apreensão.
Porém, somos todos um pouco egoístas. Nosso problema é sempre maior do que os dos outros, assim como nossa vitória. Faz parte de nossa incompletude humana. Por isso, em alguns momentos, cheguei a me esquecer como se fazia para rir – ou chorar. Muitas vezes pensei – se eu chorasse – talvez passasse essa dor, mas o choro não vinha, porque o cansaço era tanto – que não havia forças para chorar.
Os tempos que se avizinham não serão fáceis. Devem estar acompanhando o que aconteceu na UniRitter (assim como na PUC, em julho, e. na Estácio, um pouquinho atrás). Fomos todos surpreendidos com o afã do capital em potencializar seu ganho e minimizar suas perdas. No entremeio desse processo, muitas vidas envolvidas, de docentes e de discentes e – mais – de uma área inteira, como a de Letras, afetadas diretamente. Os dados ainda estão rolando por lá, graças aos nossos companheiros do SINPRO, mas o futuro é incerto. Estou acompanhando a situação do Meio Ambiente e dos direitos humanos, nada parece mais estável e as leis, pelas quais tanto lutamos, estão se diluindo no ar.
Eu aprendi, que, quando se tem coisas fáceis e difíceis para se fazer, deve-se começar pelas difíceis. As fáceis ficam para os tempos mais doces. É nesse sentido, que quero agradecer a presença de todos vocês em minha vida nesse ano. Cada um, com o seu jeito de ser, me levou a resolver primeiro as coisas mais difíceis, estando junto na hora das coisas fáceis também. O que dizer sobre isso? Muito obrigada.
Estarei, em 2018, em um ano sabático. Jamais esquecerei o apoio que tive de todos e de todas! Voltarei fortalecida e com o a responsabilidade de devolver à Uergs, todo o apoio que me deu.
Um feliz Natal para todos e todas. Um ano novo repleto de saúde, paz e bençãos!
Bjs

Papai Noel do Shopping da Rua da Praia