Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Bonequeira.

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Por que você chora?

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APIS – parte 2 – vídeo novo no ar!! O Relatório de Campo e o Espaço Abelha – A história do Mel Iracema

Parte 2 da série “APIS” que abordará a constituição dos “Apiários Iracema”; a luta pela preservação das Abelhas; explicações sobre sua estrutura interna, externa e modo de vida. Serão abordados também aspectos do Manejo das abelhas dentro da Apicultura Racional.

Ivonie Marques e Iracema Martins da Silva

CRÉDITOS
APIS – PARTE 2 – C) RELATÓRIO DE CAMPO; D) ESPAÇO ABELHA NA FOLHA DE SÃO BORJA;
Leia mais em: http://www.folhadesaoborja.com.br/
Depoimentos: Ivonie Marques da Silva e  Iracema Martins da Silva
Imagens e Edição de Vídeo: Ana Carolina Martins da Silva –  ASPAN – São Borja/RS
Imagens Gravadas em São Borja/RS em Agosto de 2018
Trilha Sonora: “A Walk in the Park” de Doug Maxwell
Biblioteca de Audio do Youtube – Porto Alegre/RS – Brasil – 18/10/2018.

Clique aqui e veja a parte 1.

Imagem da Web – não identificado o autor.

Vale a pena conferir: Oficina de Sintaxe para alunos da graduação c/ Ana Márcia Martins da Silva

Começam na próxima quinta-feira, dia 13, as atividades da “Oficina de Sintaxe para alunos da graduação: Problemas de construção do período”. Os encontros, ministrados pela Profa. Ana Márcia Martins da Silva, pós-doutoranda do PPGL-UFRGS, serão realizados às quintas-feiras, das 14h às 16h, na sala 205 do Prédio de Aulas do IL.
O objetivo da oficina é oferecer aos alunos interessados um espaço extraclasse para a discussão de questões relativas à sintaxe da língua portuguesa, com foco especial em problemas de construção de períodos complexos. Tais problemas são frequentes em textos acadêmicos produzidos por alunos de graduação, e um trabalho de reflexão teórica e de prática na revisão desses problemas pode ajudar o aluno a trabalhar conscientemente na organização de suas frases, fazendo com que seus textos ganhem em clareza e coerência.
Confira abaixo o cronograma de atividades:
13/09: estrutura do período simples
27/09: problemas de paralelismo na coordenação de sintagmas
04/10: problemas de ambiguidade na colocação de sintagmas
11/10: estrutura e pontuação do período composto – subordinadas substantivas e adjetivas
25/10: estrutura e pontuação do período composto – subordinadas adverbiais
01/11: frases siamesas e frases fragmentadas
08/11: ambiguidade na colocação de orações adjetivas e reduzidas
22/11: ambiguidade com o antecedente de pronomes
29/11: problemas de paralelismo na coordenação de sentenças.
(Texto do site oficial da UFRGS).
Clique aqui para saber mais!

Ler é o melhor remédio!

Memória de uma – das inúmeras tardes – na Livraria Saraiva do Shopping Praia de Belas. Anelise de Cesaro brincando de fotógrafa e eu – de modelo.

 

Anelise de Cesaro – a Fotógrafa.

 

 

 

 

Feliz Dia dos Pais!!

Meu irmão Assis

 

 

Meu irmão Alexandre

Poe-meu: Acerto de contas.

Acerto de contas

Ana Carolina M.S. – 21.6.2018.

Quantas vezes uma pessoa pode morrer?

Quando morre um sobrinho, quantas mortes a pessoa conta?

Quando morre um poeta amigo, um amigo padeiro, vale quantas?

Já são mais que três, se contar todas as partidas e as chegadas; e as trocas de casa e de cidade; e as de unidade, são mais que dez, doze, as mortes que morri.

Quantas mortes em mim, quando vejo a guerra?

Quantas mortes, quando vejo o touro sacrificado no rodeio ou os porcos gradeados para engordar e encher os olhos da humanidade?

Quantas, quando ouço o choro desesperado de uma criança?

Quantas mortes eu morri essa semana, quando me morreu a gata dos olhos delineados com preto? Tão minha conversadorinha! Com ela, já são mais de 30.

Quantas mortes, quando morre um bicho da pessoa, dessas mortes de partir o coração a não sobrar nada, quantas a gente conta?

Quantas vezes uma pessoa pode morrer, quando adormece junto e acorda separado?

Quantas vezes pode morrer e ter de viver?

Quantas vezes ver a morte à espreita, saber que vai pegar a gente de novo e de novo e ter de viver?

Quantas vezes vou sobreviver às minhas mortes?

Quantas vezes, com o corpo doído, revirado, entortado, vou ter de voltar a respirar?

Quantas vezes vou ter de nascer junto com o sol

E (me) partir antes dele?

A resposta é uma só e eu sei:

Vou morrer quantas vezes tiver de morrer…

Não há escolhas nesse caso.

Minizinha

 

 

Postão da Cruzeiro – só quem precisa dele sabe da importância!

Sul21, sempre vivo na história, pauta um assunto bem importante, a situação do Postão da Cruzeiro. Eu andei por lá, fui levada numa ambulância da SAMU, e fui muito bem atendida – funcionários, pessoas que esperavam na fila, porteiros, a médica, a pessoa da secretaria, todos muito educados e amorosos (e, antes que perguntem, estou bem agora, obrigada)! Porém, não tem como não ver a situação das pessoas em macas, com poucos banheiros, muita gente esperando para ser atendida e… enfim… leiam a reportagem!

Sob constantes denúncias de precariedade, Postão da Cruzeiro tem projeto de reforma parado desde 2007

Localizado em uma das áreas de maior vulnerabilidade social de Porto Alegre, o Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul, na zona sul da Capital, frequentemente aparece no noticiário pelos seus problemas de superlotação e pela precariedade das condições de trabalho e de atendimento à população. É o maior pronto atendimento do RS, chegando até a ser classificado como “hospital clandestino” por órgãos representativos da classe médica. No entanto, há desde 2007 recursos disponibilizados pelo Ministério da Saúde (MS) para a sua ampliação, mas que estão parados pela demora na conclusão do projeto e pela falta de recursos da Prefeitura. […]

A precariedade da situação levou a uma mobilização popular exigindo melhores condições de atendimento no Postão, que se estendeu para a classe médica. Em 23 de maio de 2007, uma ação do Cremers, do Simers e de médicos do Pacs promoveu a “interdição ética” do Postão por falta de condições. Na época, o então presidente do Cremers, Marco Antônio Becker, classificou a medida como um “ato extremo, tomado quando os demais recursos não tiveram sucesso”. Entre os motivos apresentados para a decisão estava a falta de condições mínimas de individualidade e privacidade nas salas de observação (para pacientes mais graves), a falta de condições adequadas para triagem dos pacientes, condições sanitárias precárias, a superlotação de diversas áreas e, entre outras coisas, o fato de que o Postão funcionava, na prática, como um hospital.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

Foto do Sul21