Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Ativista Social. Bonequeira.

Arquivo para a categoria ‘UCS – CAXIAS DO SUL’

Agradecimentos e desejos de boas festas

Prezados colegas e alunos da Uergs, comunidade universitária em geral, olá!

Encerrei agora as minhas 08 disciplinas do semestre 2017 II, (ainda faltando a da Pós-Graduação – que será fechada em breve); Também, recebi a confirmação de minhas aprovações nas disciplinas que cursei durante esse ano – no Doutorado em Letras (UCS/UniRitter) – 2 no Sem I e 3 no Sem II (foram 4 conceitos “A” e uma está para fechar em meados de Janeiro);

Turma do Doutorado (Ucs/UniRitter) e Mestrado em Letras com profa. Maria Alzira Leite

Também, orientei trabalhos no VII SIEPEX e fui banca. Organizei evento em Osório e participei da I Semana de Letras/ADM com posteres com meus alunos de Letras. Tive a honra de participar da I Semana Acadêmica da Automação e da Engenharia com oficina. Fui Banca de TCCs de ADM e de Pedagogia, participei de passeatas;

BANCAS DE TCCS – ADMINISTRAÇÃO – UERGS / POA

Banca de Naima Porto: 

Os Marcos-legais da Inclusão da Pessoa com Deficiência no Brasil: Um resgate histórico da inclusão no contexto brasileiro. Administração (Gestão Pública). Com Prof. Celmar Oliveira e profa. Magali Menti.
Banca de Sabrina Aguirre: A candidatura de mulheres para os cargos legislativos no Rio Grande do Sul. Administração (Gestão Pública). com Profa. Caroline Duschitz  e profa. Magali Menti.
BANCAS DE TCCS – PEDAGOGIA – UERGS -LITORAL NORTE – OSÓRIO:
Banca de Eliseu Zebmbruzki Batista: “Osentido do corpo – identidade e cultura: por uma abordagem de educação interdisciplinar e transdisciplinar. ” Pedagogia – 13.12.2017;
Banca de Ronaldo Rodrigues Krumberg: “Processos criativos, criatividadee expressão na arte: um estudo de caso numa escola de educação infantil no Litoral Norte/RS – Pedagogia – 13.12.2017 – De presente – o livro de Ana Maria De Cesaro;
Banca deAugusto Dutra, discutindo a questão de Gênero dos professores e professoras na Educação Infantil. Valter Freitas, profa. Valquíra Parode e profa. Maria Cristina (IF-Osório) — emUergs Unidade Litoral Norte- Osório.
Ainda, estou atuando no Movimento Ecológico Gaúcho novamente, com mais responsabilidade agora. Em paralelo, resolvi muitas questões da família, de afetos e financeiras. Foi um ano repleto de ações de muitas responsabilidades (e que ainda não acabou), além de “otras cositas más”, que estão no meu blog.

Ana mãe, Ana e Ane De Cesaro

Nada que seja novidade para vocês, que passaram por situações talvez análogas às minhas e, quem sabe, de maior responsabilidade, ou apreensão.
Porém, somos todos um pouco egoístas. Nosso problema é sempre maior do que os dos outros, assim como nossa vitória. Faz parte de nossa incompletude humana. Por isso, em alguns momentos, cheguei a me esquecer como se fazia para rir – ou chorar. Muitas vezes pensei – se eu chorasse – talvez passasse essa dor, mas o choro não vinha, porque o cansaço era tanto – que não havia forças para chorar.
Os tempos que se avizinham não serão fáceis. Devem estar acompanhando o que aconteceu na UniRitter (assim como na PUC, em julho, e. na Estácio, um pouquinho atrás). Fomos todos surpreendidos com o afã do capital em potencializar seu ganho e minimizar suas perdas. No entremeio desse processo, muitas vidas envolvidas, de docentes e de discentes e – mais – de uma área inteira, como a de Letras, afetadas diretamente. Os dados ainda estão rolando por lá, graças aos nossos companheiros do SINPRO, mas o futuro é incerto. Estou acompanhando a situação do Meio Ambiente e dos direitos humanos, nada parece mais estável e as leis, pelas quais tanto lutamos, estão se diluindo no ar.
Eu aprendi, que, quando se tem coisas fáceis e difíceis para se fazer, deve-se começar pelas difíceis. As fáceis ficam para os tempos mais doces. É nesse sentido, que quero agradecer a presença de todos vocês em minha vida nesse ano. Cada um, com o seu jeito de ser, me levou a resolver primeiro as coisas mais difíceis, estando junto na hora das coisas fáceis também. O que dizer sobre isso? Muito obrigada.
Estarei, em 2018, em um ano sabático. Jamais esquecerei o apoio que tive de todos e de todas! Voltarei fortalecida e com o a responsabilidade de devolver à Uergs, todo o apoio que me deu.
Um feliz Natal para todos e todas. Um ano novo repleto de saúde, paz e bençãos!
Bjs

Papai Noel do Shopping da Rua da Praia

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Hotel Atlântico de J.G. Noll e Jessica Falconi: quando traduzir é traduzir-se.

O Programa de Doutorado em Letras (PDLet UCS/UniRitter) recebeu na sexta-feira, dia 31/03/2017, no turno da manhã, a tradutora italiana Jessica Falconi. A pesquisadora é uma, dentre os tradutores estrangeiros de literatura brasileira selecionados como bolsistas do Programa de Residência 2016 da Fundação Biblioteca Nacional. Falconi, que tem trajetória acadêmica na área da Tradução, Língua Portuguesa e Literatura, exerceu a docência na Universidade de Nápoles “L’Orientale”, onde também alcançou o título de Doutora em Estudos Ibéricos, veio ao Brasil para traduzir para o italiano a obra “Hotel Atlântico”, de João Gilberto Noll.

Na abertura, depois das saudações, a profa. Rejane Pivetta, Coordenadora do Programa de Doutorado em Letras (PDLet UCS/UniRitter), campus UniRitter, salientou a importância do entendimento sobre este tipo de olhar sobre os textos – a tradução; sobre a importância do escritor Noll e sobre o privilégio que o Programa estava tendo em receber a Pesquisadora Falconi neste momento.

Profa. Rejane Pivetta UniRitter

A Coordenadora presentou um breve trecho de vídeo, onde o autor fala sobre si e sua obra. No youtube, há inúmeros vídeos com registros sobre este autor. Separei o seguinte:

Em Porto Alegre, a tradutora italiana tinha um encontro marcado: o primeiro – com Noll. Por uma pressa desnecessária do destino, este autor premiado e de destaque da nossa literatura sul-rio-grandense e nacional, faleceu no dia anterior à sua chegada à capital. Ainda abalada pela perda, Falconi permaneceu em Porto Alegre para conhecer os lugares dos quais Noll lhe falava: Praça da Alfândega, Mercado Público, espaços que, segundo ele, eram o seu repositório de histórias e de personagens. “Foi uma emoção muito grande chegar na Praça da Alfândega e pensar que ele não estaria ali”, disse Jéssica, no encontro com os mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-Graduação da UniRitter.

Capas Hotel Atlântico João Gilberto Noll

Para além de seus sentimentos, ela fez algumas considerações sobre Tradução. Traçou um paralelo sobre diferentes tipos e diferentes correntes, dentre as quais, destacou a que se ocupa de aspectos culturalistas das obras, na qual a necessidade de negociação de sentidos, elimina um pouco a necessidade da equivalência estreita de palavra por palavra. Este tipo de tradução supera a ideia de que o texto original é “sagrado” e que o tradutor precisa passar por ele, de forma invisível Ao contrário, este coloca o tradutor numa espécie de co-autoria, fazendo novamente uma seleção de palavras que transponham, para outra realidade cultural, não a mesma coisa, mas o mesmo espírito cultural, a mesma “vibe”, como se diz atualmente. Ressaltou que, antes deste modo de traduzir, havia uma espécie de “domesticação”, pois o tradutor pegava o conteúdo alheio e o tornava aceitável em outra língua.  “A tradução não traduz palavras, mas sim o texto. O equilíbrio que o autor cria no texto. É uma espécie de interpretação.” Disse Jéssica. Traduzir, neste caso, não seria trair – famosa concepção de tradução. Traduzir seria traduzir-se. Conclusão minha, disto tudo.

Na continuidade de suas falas, apresentou João Gilberto Noll, situou sua obra na Literatura brasileira dos anos 80. Comentou o estranhamento sobre o fato de, apesar de ser um autor extremamente premiado, um representante de nossos tempos líquidos e flutuantes, não era de conhecimento do grande público. Separou algumas das traduções já efetuadas, de páginas do Hotel Atlântico, e foi explicando suas escolhas e a construção da tradução.

Mais sobre o autor, clique aqui.

Foi um momento extremamente rico, e densamente emocionante. Seguido de observações dos presentes, ora sobre tradução; ora sobre Noll; ora sobre a complexidade e a finitude da vida humana. Profa. Dinorá Fraga, docente da Cadeira: “Cultura digital e práticas de Leitura”, do doutorado de Letras, comentou sobre sua amizade com o autor, a sua timidez, a sua qualidade como pessoa e como amigo. Mostrou-se muito tocada com sua partida e julgou fundamental para nós, pos-graduandos, estarmos em contato com a sua obra e com a presença da sua tradutora para o italiano.

Profa. Dinora Fraga UniRitter

Jessica Falconi nasceu em Nápoles, em 1977 e, além de João Gilberto Noll, traduziu outros autores, tais como: Lima Barreto, Franklin Távora, Manuel Antônio de Almeida, Milton Santos, Irene Lisboa, Raúl Brandão. Clique aqui para saber mais.

O Programa de Doutorado em Letras (PDLet UCS/UniRitter) é oferecido na modalidade de Associação Ampla, entre UniRitter e UCS, que trabalham de forma articulada na promoção e aprimoramento das atividades de pesquisa, ensino e extensão vinculadas à sua área.

Agradeço a Deus mais uma graça alcançada!

Eu venho como estou…

Querido Jesus, tu sabes como estou. Agora, assim, nos Teus braços de imensidão, aconchegada e acolhida, estou bem. Vejo que teu Amor infinito me permitiu mais uma vez superar meus limites físicos, psicológicos; superar meu cansaço intelectual. Eu tenho tanto para te agradecer, fico feliz por ter este blog e poder fazer isto publicamente. Eu não tenho vergonha deste amor, porque eu sei que Tu és por mim. Entendo aqueles que não experienciaram este sentimento, nem este calor que me guia em alguns momentos. É um calor tal, que chego a olhar em volta, para ver se estou a sós mesmo. Eu só tenho a Te agradecer, meu Deus, meu amigo. Obrigada por Estares sempre onde ninguém está. Eu te agradeço pelas minhas filhas, pelos meus bichos, pelos meus familiares, pelo meu trabalho, pela minha casa, por tudo! Eu sei que nem deveria, mas preciso ainda Te pedir forças, Senhor. Peço-te forças para continuar este combate quase injusto na comparação de forças – entre os males que assolam o planeta, a fauna, a flora e – a humanidade – que sempre se acha grande coisa. Deus amado, me permita continuar na luta, sem me expor tanto. Por favor, me engrandece na humildade e no conhecimento; me engrandece em ação para eu poder ser o que é preciso ser. Continua diante de mim, como este escudo de Luz que Tu te constituis e – se possível – cuida do mundo todo. Estamos todos em um flagelo espiritual tão grande, meu querido Jesus. Obrigada e Amém. Amém. Amém.

22.11 no III SILPRO – Já começou a dar saudades!!

Hoje encerramos o  Curso com o prof. Ulises Juárez Polanco.  Porém, amanhã – ele estará fazendo uma conferência, das 11 às 12:30: Conferência “Centroamérica, una nueva literatura en busca de lectores” Ulises Juárez Polanco (Real Academia Española) Auditório – Bloco H!

Sobre o Minicurso nº 5:

Título: Centroamérica, una nueva literatura en busca de lectores

Coordinador: Ulises Juárez Polanco – Manágua – Nicarágua Resumen: ¿De qué hablamos cuando hablamos de literatura centroamericana? Para un centroamericano, los países de Centroamérica son complejas piezas de un rompecabezas, distantes y frecuentemente antagónicas entre sí. A pesar de su raíz e historia común y de múltiples intentos por una región unida, cada pieza de este rompecabezas sufre sus propia calamidades: guerras, pobreza, corrupción, violencia, pandillas y migraciones, por dar algunos ejemplos. Quizá por esto, entre otras razones, hacia el exterior, Centroamérica no existe. Ésta es la misma región que dio textos precolombinos fundacionales como el Popol Vuh, testimonos desgarradores como La historia verdadera de la conquista de la Nueva España, autores cumbres como Rubén Darío o cosmopolitas como Enrique Gómez Carillo, por no mencionar a Miguel Ángel Asturias, que recibió el Premio Nobel mucho antes que cualquier autor de las grandes urbes culturales de Latinoamerica. Es también de esta región el autor del cuento más breve del mundo, así como el puñado de jóvenes poetas que hicieron una revolución y botaron una dictadura de casi medio siglo. ¿Pero de qué hablamos cuando en 2016 hablamos de literatura centroamericana? ¿Quiénes son los autores que la narran, y de qué van las historias que procuran descifrarla? En este minicurso hablaremos de estos temas, haciendo un breve repaso histórico y leyendo una muestra de autores claves centroamericanos.

Palabras clave: literatura centroamericana; nueva literatura; lectores. Fonte: Site III SILLPRO

Começo pelo prof. Polanco, porque temos encontro amanhã, ainda não acabou. Porém, preciso registrar outros momentos de aprendizado e prazer intenso, da mesma forma que o do Curso, como a conferência de Verônica Stigger: criatividade, brilhantismo, alegria e arte – teria mais coisas – mas tudo ficaria pequeno.

Verônica

Mesa-Redonda Verônica Stigger e mediação de Natália Borges Polesso e Marco de Menezes Auditório – Bloco H

Mesa-Redonda Verônica Stigger e mediação de Natália Borges Polesso e Marco de Menezes Auditório – Bloco H

Verônica Sigger Platéia UCS

Manhã e tarde de Estudos nos Simpósios. Hoje – dois da área da Linguística:

22-11-2016-iii-sillpro-manha

22-11-2016-iii-sillpro-tarde

No lançamento de livros com sessões de autógrafos, no Saguão – Bloco L, tietagem ampla e irrestrita!!

Cecil Jeanine Albert Zinani e Salete Rosa Pezzi dos Santos

Resultado de trabalho de pesquisa de alunos e professores do Programa de Pós-Graduação em Letras UCS (Mestrado e Doutorado), a obra A mulher na História da Literatura cumpre o relevante papel de resgatar a produção literária de escritoras que não lograram ser registradas em histórias da literatura ou em compêndios escolares, contribuindo, assim, para a escrita de uma História da Literatura da Região de Colonização Italiana no Nordeste do Rio Grande do Sul. A obra Trajetórias de literatura e gênero: territórios reinventados consiste em valioso registro de estudos que focalizam a mulher na literatura, congregando trabalhos da área de literatura e gênero, os quais resultam de apresentações e discussões de conferências e mesas ocorridas durante VII Seminário Internacional e o XVI Seminário Nacional Mulher e Literatura 2015. Constitui-se, também, em uma homenagem à Profa. Dra. Zahidé Lupinacci Muzart, inspiradora da realização do evento na Universidade de Caxias do Sul.

Literatura e Gênero em debate

Literatura e Gênero em debate: Profas. Salete Rosa Pezzi dos Santos e Cecil Jeanine Albert Zinani – e nós: e Rossana Sigali e Débora Bregolin.

Literatura e Gênero em debate: Profas. Salete Rosa Pezzi dos Santos e Cecil Jeanine Albert Zinani - e nós!!

Literatura e Gênero em debate: Profas. Salete Rosa Pezzi dos Santos e Cecil Jeanine Albert Zinani – e Jenifer!!

André Araújo é artista plástico, professor e designer. Doutorando em Estudos de Linguagens pelo Cefet-MG, vem desenvolvendo uma pesquisa sobre os diálogos entre as diferentes linguagens artísticas. No livro de artista Olho de Cão (Edições do Autor, 2016) André apresenta um diálogo entre o livro “Contos d’escárnio. Textos grotescos”, de Hilda Hilst, e o seu trabalho de artes plásticas. André Araújo vem realizando diversas exposições no Brasil e no exterior. Seu trabalho pode ser visto nos sites http://www.andrearaujo.art.br e http://www.alfavaca.com.br. Contato pelo Facebook: https://www.facebook.com/andre.araujo.357

André Araújo - Livro "Olho do Cão"

André Araújo – Livro “Olho do Cão”

Sérgio Luiz de Souza Costa

O livro Rotas de Fuga, de Sérgio Luiz de Souza Costa, editado pela Ímã Editorial (2012), é um trabalho de criação literária. São vinte e nove contos, cujas narrativas apresentam personagens que se deslocam, mas ainda guardam uma marca do lugar muito usado, tal como a Khôra, de Platão. Sonho, delírio, utopia e memória estão em colheradas, garfadas e golfadas de buscas por uma identidade que fuja dos estereótipos. Narrativas sem nenhuma complacência com as disputas que são tão óbvias. Passados, presentes e futuros ainda não revelados no gozo, morte e mercadejar do vazio existencial que não é vazio, mas excesso e compaixão.

Ulises Juaréz Polanco

Um fio de humor, outro de melancolia. La felicidad nos dejó cicatrices, de Ulises Juaréz Polanco (eleito em 2011 pela Feira Internacional do Livro de Guadalajara como um dos “25 segredos mais bem guardados da América Latina”) resgata e reúne textos escritos na década de 2000, e é uma celebração da vida e seus avatares, gozos, mistérios e inquietações, escrito com fresco e descontraído pulso juvenil, e que cumpre cabalmente o primeiro mandamento do decálogo de Billy Wilder: não entediarás. O trabalho de Ulises Juaréz Polanco também se faz presente em Un espejo roto (Sergio Ramírez, editor). Desde 1842, quando o general Francisco Morazán morreu fuzilado por buscar uma América Central unida, os países do centro da América são pedaços de um espelho quebrado; países marginais e desvalidos, divididos por preconceitos mesquinhos e conflitos bélicos inúteis. Un espejo roto é uma antologia do século XXI, que permite ver o conto centro-americano já distante de suas velhas fronteiras, uma América Central atual atravessada por diferentes fenômenos sociais, em sua complexa diversidade. Esta seleção dará ao leitor um panorama da multiplicidade criativa de uma região formada por países que, apesar de tudo, seguem empenhados em apagar suas fronteiras. E seus escritores, empenhados em encontrar a identidade comum extraviada, a de um espelho comum.

Veronica Stigger

Três textos literários, três gêneros distintos. Sul, de Veronica Stigger, reúne um conto, uma peça teatral curta e um poema, formando um estranho quebra-cabeça em que, surpreendentemente, todas as peças se encaixam. O primeiro texto, “2035”, é um relato de tom kafkiano e sombrio situado num futuro distópico. Já na peça “Mancha”, duas personagens com o mesmo nome, Carol 1 e Carol 2, travam um diálogo entre cômico e absurdo em torno de uma mancha de sangue no chão de um apartamento. Por fim, o longo poema “O coração dos homens” se constrói sobre memórias de infância em que se confundem verdade e mentira, fato e ficção. Ligando os três textos, sangue, muito sangue, e um uso extremamente consciente e singular da linguagem, que, do trágico ao cômico, do melancólico ao escatológico, encontra sempre a forma e o tom precisos. Publicado originalmente na Argentina, em 2013, Sul é lançado agora em português — porém, acrescido de um texto oculto, que caberá ao leitor desvelar.

Sérgio Luiz de Souza Costa, Ana Carolina M.S. Ulises Juárez Polanco e Verônica Stigger Lançamentos no III SILLPRO 2016

Sérgio Luiz de Souza Costa, Ulises Juárez Polanco e Verônica Stigger Lançamentos no III SILLPRO 2016. (e Ana Carolina M.S.)

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Mais do que especial – Prof. João Claudio Arendt!

Poemas para escaninho (Caxias do Sul, 2016, 40p.) é resultado do grupo de estudos Univer/Cidade – idealizado pela Profa. Dra. Alessandra Rech e ligado ao Programa de PósGraduação em Letras da Universidade de Caxias do Sul –, o qual investiga alternativas editoriais e procura unir o pensar acadêmico ao fazer literário em tempos de necessária resistência, buscando oportunidade para novos autores, reciclando ideias de gaveta e estimulando reflexões acerca da cadeia produtiva e de consumo da cultura. Publicados artesanalmente, com capa em chita e papelão reciclado, e de forma colaborativa, como propõe o movimento cartoneiro, os livretos vendidos têm sua renda revertida às ações que beneficiam os renais crônicos associados à Rim Viver, de Caxias do Sul.

Para saber mais dados destes e outros autores que lançaram livros, clique: Site do III SILLPRO.

Para encerrar o dia com chave de outro:  Conferência “Entre a micro história e a antropologia urbana: estudando a família Tobias” Ricardo Lisias Auditório – Bloco E

Ricardo Lísias - Escritor espetáculo.

Ricardo Lísias – Escritor espetáculo.

 Platéia de Ricardo Lísias

Nós – Platéia de Ricardo Lísias

Nós - Platéia de Ricardo Lísias

Nós II- Platéia de Ricardo Lísias

Ainda – não posso ir para casa!! DIA 23/11/2016 JÁ NASCEU. HOJE TEM MAIS!!

Simpósios Temáticos e Conferência “Centroamérica, una nueva literatura en busca de lectores” Ulises Juárez Polanco!

21.11 – No SILLPRO – CAXIAS/RS – Dia repleto de conhecimento e amor.

Muitas coisas. Muitas coisas: Débora e as cores:

debora Bregolin cores

Minicurso:

ulisesMinha apresentação sobre Nuanças – Dyonélio Machado.

NUNÇAS de DYONÉLIO MACHADO

NUNÇAS de DYONÉLIO MACHADO

Palestra muito linda sobre: “Novas vozes brasileiras e hispano americanas na Alemanha: temas, traduções, tendências.” profa. Susanne Klegel (FU-Berlin)

profa. Susanne Klegel (FU-Berlin)

Profa. Susanne Klegel (FU-Berlin)

TUDO MUUUITO BOM!

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Caxias do Sul em POA: Profa. Salete Rosa Pezzi dos Santos (UCS) autografa na 62 Feira do Livro de POA com outras caxienses

Hoje foi dia de Caxias do Sul na Feira do Livro: Encontro com nossa PEQUENA NOTÁVEL: Profa. Salete Rosa Pezzi dos Santos e minha colega maravilhosa Rossana Rangel e mais!!

 

Profa. Salete Pezzi -lançamento de livro na 62 Feira do Livro de POA

Profa. Salete Pezzi -lançamento de livro na 62 Feira do Livro de POA

A mulher na História da Literatura - Organizado por: Cecil Jeanine Albert Zinani e Salete Pezzi dos Santos

A Mulher na História da Literatura – Organizado por:
Cecil Jeanine Albert Zinani e Salete Pezzi dos Santos

As meninas da Pesquisa de Gênero da UCS

As meninas da Pesquisa de Gênero da UCS

Visita ilustre: Lisana Bertussi: Patrona da Feira do Livro de Caxias do Sul - cumprimenta profa. Salete. Bertussi também autografou no Feira.

Visita ilustre: Lisana Bertussi: Patrona da Feira do Livro de Caxias do Sul – cumprimenta profa. Salete. Bertussi também autografou no Feira.

Além das pesquisadoras da área de Gênero e da Lisana Bertussi – da Literatura Regional, esteve lançando livro outra Caxiense: Neusa Picolli Fante, com o seu “Caminho dos Girassóis: uma abordagem sobre o luto.”

Caminho dos Girassóis: uma abordagem sobre o luto.

Caminho dos Girassóis: uma abordagem sobre o luto.

Neusa Picolli Fante

Neusa Picolli Fante: Caminho dos Girassóis: uma abordagem sobre o luto.

Saldos da 62 Feira do Livro – Literatura das Periferias; Hip Hop, Centenário do Simões Lopes Neto e A Leitura, a Biblioteca e os Administradores!

Saldos da 62 Feira do Livro – Literatura das Periferias; Hip Hop, Centenário do Simões Lopes Neto e A Leitura, a Biblioteca e os Administradores!

Dias maravilhosos! Cooperativos! Com tempo, vou postando mais!

04/11 – Livraria Paulinas – Manhã e tarde.

No facebook, Álbum completo – clique aqui.

Profa. Rejane Pivetta (UniRitter)

Profa. Rejane Pivetta (UniRitter)

Micheline Freitas e o Hop Hop

Micheline Freitas e o Hip Hop

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Prof. João Arendt (UCS)

Bernardo Mendes e as colegas de Letras no RPG dos 300 Onças

Bernardo Mendes e as colegas de Letras no RPG do Conto 300 Onças – Uergs

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Cíntia Moscovich

Visita especial da Patrona da Feira: Cíntia Moscovich

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Dia 05/11 – Na Biblioteca Estadual do Rio Grande do Sul

Álbuns compartilhados no facebook
Simone Mansagão
Convidados do dia: CRA, Profa. Jaciane Costa, Profa. Arisa (Reitora da Uergs), Acadêmicas do CARAV

Convidados do dia: Ana Carolina M.S. Coordenadora do Evento, CRA: Rogério Bohn, Geraldo Caravantes, Profa. Arisa (Reitora da Uergs) , Profa. Jaciane Costa (Uergs – Coordenadora do Curso de Administração em Sistemas e Serviços de Saúde), Acadêmicas da ADM –  SSS – Uergs: Simone Masagão e Isabela Soares.

UERGS CRA BIBLIOTECA PÚBLICA DO RS E CARAV na 62 Feira do Livro de POA album-morgana-m-2 album-morgana-m album-simone-mansagao

SEMANA QUE VEM – TEM MAIS!!!