Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Bonequeira.

Recordar é viver! Entrevista fantástica com o poeta e docente da UFRGS  Prof. Dr. Guto Leite, sobre o Álbum: Tropicalia ou panis et circenses (CAETANO VELOSO, GILBERTO GIL, MUTANTES e outros). Parte integrante do conjunto de 8 entrevistas com especialistas da área da Leitura e da Literatura, sobre obras da Bibliografia exigida pelo processo seletivo de vestibular da UFRGS/2015, que também selecionava acadêmicos para o Curso Ciências Biológicas do convênio UERGS/UFRGS. Data da veiculação deste estudo, em forma de Programa de Rádio, na Rádio Comunitária Momento FM, 98.1 de Osório/RS: 24/11/2014 das 18h às 19h.

Guto Leite Foto: Editora Moinhos

O Projeto de Extensão “Biblioteca no Rádio e na Rede” foi uma parceria entre a Pós Graduação em Teoria e Prática da Formação do Leitor (Uergs/Porto Alegre), a Unidade no Litoral Norte – Osório, a Rádio Momento FM 98.1 e a Biblioteca Pública Municipal Fernandes Bastos de Osório/RS. Vinheta: Ivan Therra e Lizzi Barboza.Imagens (algumas da WEB) outras próprias da equipe do Programa. Edição e audio: Profa. Ana Carolina Martins da Silva e Equipe da Rádio Momento FM 98.1 – Osório/RS. 2014. Foi Publicado em 24 de nov de 2014

ATUALIZANDO O POST 3:

Assentados protestam em audiência pública sobre mina de carvão:  Sob forte aparato policial, encontro foi marcado por relato da Copelmi, que nega impacto ambiental e social, e manifestações de moradores. Manchete do Jornal Extra Classe – do SINPRO/RS em matéria de Gilson Camargo. Março/2019.

Divulgação Jornal ExtraClasse Mineração Guaíba 2019

Faltavam três minutos para o início da audiência pública sobre o licenciamento ambiental prévio de lavra de carvão da empresa Copelmi, em Eldorado do Sul, agendada por edital para às 18h da última quinta-feira, em Charqueadas, quando o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Thompson Flores, suspendeu uma liminar da 9ª Vara Federal de Porto Alegre que horas antes havia cancelado a reunião por ter sido marcada antes da conclusão da análise do EIA/RIMA pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (Fepam).

O recurso à segunda instância foi uma iniciativa da Fepam, que manteve a mobilização para a realização da audiência. O encontro ocorreu sob forte aparato policial e foi marcado por protestos de ambientalistas e agricultores do assentamento Apolônio Apolônio de Carvalho, que poderá desaparecer com a instalação da mina. O assentamento é a segunda maior unidade produtora de arroz orgânico do estado depois de Viamão, e envolve 72 famílias de agricultores, em 700 hectares de cultivo de arroz e também na produção de hortaliças. Um projeto de piscicultura que está em implantação com financiamento do BNDES também fica inviabilizado com a planta de extração de carvão.  Entre outros impactos, dois arroios terão que ser desviados de acordo com o do Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) em debate na audiência.  Jornal Extra Classe – do SINPRO/RS em matéria de Gilson Camargo. Março/2019. Clique aqui para saber mais.

Foto: Fepam/ Divulgação – por Jornal ExtraClasse.

ATUALIZANDO O POST 2:

Mineração: presidente do TRF4 suspende liminar obtida por entidades ambientalistas. MANCHETE DO SUL21Clique aqui para ler a matéria.

Leia também no Extra Classe/SINPRO-RS:

Mina de carvão em Eldorado do Sul ameaça Delta do Jacuí – Relatório de Impacto Ambiental é contestado por ambientalistas e representantes dos atingidos. Projeto coloca em risco o Baixo Jacuí, Guaíba e Lagoa dos Patos. Clique aqui – Matéria completa.

ATUALIZANDO O POST 1:

A Audiência Pública foi suspensa por liminar pelos motivos que seguem: Liminar Suspensão Audiência Pública

A suspensão foi demandada por ONGs ligadas à APEDEMA/RS. Clique para saber mais: 14_MAND1

AGAPAN,INGÁ e UPV emitiram nota pública conjunta. Clique aqui para conferir a nota.

EIA-RIMA disponível:

http://copelmi.com.br/eia-rima-mina-guaiba/

Repasso ofício do CERBMA-RS encaminhado pela Biól.MSc.Lisiane Becker  Coordenadora-presidente Instituto MIRA-SERRA (ONG); P.A.R.B. da Mata Atlântica – MaB/ UNESCO; membro CONSEMA-RS, CERBMA-RS, CN-RBMA,CD-FNMA, CC RMA,CNRPPN, CONAMA e CCN/Ibama,  sobre o tema Mina/Guaíba RS.

Clique no título para ler o ofício: Oficio 038-16 Manifestacao mina Gauiba ao MPE

Fragmento – Ofício sobre danos à natureza Mina Guaíba RS

Clique aqui para saber mais.

Meu caro amigo, a coisa aqui…

 

Países como Alemanha, EUA e Canadá, com uma biodiversidade ínfima comparado ao Brasil, tem livros publicados com algumas das maiores árvores do seus territórios – as mais antigas, interessantes, entre outros atributos. Dono de Hot Spots mundiais como o Cerrado e a Mata Atlântica, o Brasil é um país que abrange uma coleção fantástica de árvores nativas seculares e de proporções imensas. Como então não temos nenhum livro apresentando essas gigantes?

Pensando nisso, publicamos o livro “Remanescentes da Mata Atlântica: As Grandes Árvores da Floresta Original e seus Vestígios”, que conta uma história visual da Mata Atlântica e apresenta cerca de 90 exemplares incríveis observados em 12.500 km de expedições pelo bioma. São preciosidades como jequitibás, perobas e figueiras sobreviventes de cinco séculos de devastação predatória. Clique aqui para saber mais!!!!

Vale a pena conferir!!

Curso Língua Portuguesa e Literatura: “Crônicas do Cotidiano” para Idosos

Para pessoas com 60 anos ou mais, o curso tem o objetivo de proporcionar aos alunos situações de aprendizagem focados no uso da Língua Portuguesa e no contato com a literatura brasileira e universal para a construção de crônicas/relatos do cotidiano de cada um.

Inscrições até 27/03. Saiba mais em: https://goo.gl/4RC3h7

A Coordenação e as aulas são com a qualificadíssima Profa. Dra. Ana Márcia Martins da Silva!!

Histórias do Greenpeace:

Este 28 de janeiro é celebrado como o Dia Mundial dos Corais da Amazônia, data em que o mundo conheceu as primeiras imagens deste ecossistema recifal único

Há dois anos, usamos um mini submarino em nossa primeira expedição à bacia da foz do Rio Amazonas, a mais de 100 km da costa do Amapá e mais de 100 metros de profundidade, para registrar uma grande diversidade de vidas, cores e texturas que encantou os cientistas e o mundo. A humanidade se deparava com um novo cantinho do planeta até então desconhecido.

Por dois anos, promovemos uma intensa mobilização em defesa do recife dos Corais da Amazônia, no qual mais de 2 milhões de pessoas ao redor do mundo assinaram uma petição se declarando contra a exploração de petróleo na região, que ameaçava esse tesouro natural que só existe ali. A vitória veio no final do ano passado, com a rejeição definitiva pelo Ibama da licença ambiental que autorizaria a exploração para a petrolífera Total.

Este é um importante alerta e exemplo sobre a importância de se respeitar o processo de licenciamento ambiental. Os técnicos do Ibama avaliaram o Estudo de Impacto Ambiental da empresa por cinco vezes e constataram que ela não tinha um plano de emergência adequado para lidar com um derramamento de petróleo. Se isso acontecesse, poderíamos ter outro grande impacto ambiental como vimos agora com o rompimento da barragem em Brumadinho (MG).

É bom lembrar, além da riqueza dos próprios Corais da Amazônia, na costa do Amapá  está uma das maiores faixas de manguezais do mundo, sendo um berçário e área de alimentação sensível para diversas espécies de peixes, crustáceos, aves e mamíferos. Além disso, diversas comunidades de pescadores dependem dos mares limpos e saudáveis para se manter. Uma operação petrolífera teria fortes perturbações aos animais e, com as fortes correntezas que são comuns nestas águas, um vazamento de óleo causado por qualquer motivo poderia se espalhar rapidamente, chegando mesmo até o Caribe. Levaria anos para que tudo fosse limpo. Clique aqui para saber mais!