Ana Carolina Martins da Silva. Educadora. Ambientalista. Poetisa. Bonequeira.

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II Ciclo de Debates – A Tragédia dos Comuns ou Tragédia de Não Comuns? 2019.

Confira o vídeo convite para o primeiro painel do II Ciclo de Debates “A Tragédia dos Comuns ou Tragédia de Não Comuns”, que abordará o tema Gestão Sustentável de Resíduos Sólidos, no dia 08 de maio de 2019, no Campus Central de Porto Alegre/RS. Clique aqui para saber mais.

Painel

Prof. Dr. Celmar Corrêa de Oliveira

Líder do Grupo de Pesquisa UERGS/ CnPQ Políticas, Gestão Pública e Desenvolvimento. Professor permanente do Mestrado UERGS/CAPES Ambiente e Sustentabilidade. Mediador.

Drª. Cristina Arthmar Mentz Albrecht

Administradora, Mestre em Saúde Coletiva e Doutora em Administração pela UFRGS. Debaterá sobre Saúde e Resíduos Sólidos.

Lucas Fontes

Gestor de Projetos e Inovação na EKT – Ekological Technologies e curador do Green Thinking Project. Debaterá sobre Empreendedorismo e Resíduos Sólidos.

Me. Francisco Milanez

Biólogo e Arquiteto, Mestre em Educação em Ciências pela UFRGS. Presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural – AGAPAN. Debaterá sobre: O impacto ambiental da geração de Resíduos Sólidos.

Inscrições: Clique aqui.

Contatos: pgpduergs@gmail.com / facebook.com/PGPDUergs

Gestão Pública das Águas – Debate permanente – com prof. Celmar de Oliveira (Uergs)

Fundamental para todos os habitantes do planetinha azul, o conhecimento sobre o uso comum da água não chega a ir além de quem quer protegê-la, ou de quem quer usá-la economicamente. Mais do que necessário está socializar epopularizar os conhecimentos técnicos de Direito e de Uso Comum da Água, como está posto nesse Programa de Entrevistas da TVE RS (Publicado em 25 de mar de 2019) – Frente a Frente – cujo entrevistado é o professor da Uergs/POA, Prof. Dr. Celmar de Oliveira, líder do Grupo de Pesquisa Políticas, Gestão Pública e Desenvolvimento. Temas como: licenciamento ambiental, comitês, mineração, resíduos sólidos, consumo exagerado de carne, poluição, Aquífero Guarani – todos linkados ao uso da água e sua relação com a legislação.

Vale a pena conferir.

Esse tipo de estudo se torna cada vez mais importante, pois estamos vivenciando um período muito intenso de alteração nas legislações protetivas da natureza e – por  extensão – à vida como um todo. O Instituto Curicaca – (1065, Rua Dona Eugênia – Porto Alegre, Rio Grande do Sul) – ONG gaúcha, ligada à APEDEMA/RS, sem fins lucrativos, que desde 1997 desenvolve ações integrando as áreas ambiental, social, educacional, cultural e científica, fez uma publicação (dia 12/04/2019) que demonstra a gravidade desse momento:

Ontem, dia 11 de abril, a Presidência da República extinguiu a partir de 28 de junho todos os colegiados da administração pública federal. Com o Decreto Nº 9.959 (leia na íntegra https://bit.ly/2IfeomK) abrangeu os colegiados criados por decreto, incluídos aqueles mencionados em leis nas quais não conste a indicação de suas competências ou dos membros que o compõem, por ato normativo inferior e por ato de outro colegiado.

O ato buscou atingir tudo, tudo mesmo, virando de ponta cabeça a gestão colegiada em nível federal. Excepcionalizou para as diretorias colegiadas de autarquias e fundações, as comissões de sindicância e de processo disciplinar e as comissões de licitação, bem como aqueles previstos no regimento interno ou no estatuto de instituição federal de ensino e os criados ou alterados por ato publicado a partir de 1º de janeiro de 2019.

Entenda o tamanho do rolo e a dimensão do abuso autoritário com exemplos da área de meio ambiente. Em julho desse ano deixam de existir os Comitês de Bacia Hidrográfica Federais, os Conselhos de Unidades de Conservação Federais, os Grupos Técnicos Assessores dos Planos de Ação Nacional, a Comissão Brasileira do Programa o Homem e a Biosfera, dentre muitos, e o Conselho Nacional de Meio Ambiente de forma indireta, já que sua composição deixou de estar na Lei e passou a ser por decreto. (Instituto Curicaca via facebook).

Esse tipo de ação reforça a responsabilidade desse blog com a Educação Ambiental e com o esclarecimento da população. (Ana Carolina M.Silva).

 

Biodiversidade em risco – Palestra de Paulo Brack pede mudança de paradigmas

Importante palestra integrante dos “Seminários de Biologia” da UFRGS. Dia 15/06/2018, 16h, no Anfiteatro da Botânica – Campus do Vale/UFRGS, prof. Paulo Brack, ambientalista e ativista na área da Ecologia, Coordenador do INGÁ (ONG afiliada À APEDEMA/RS) abordou o tema: Biodiversidade. Parabéns a todos e todas!

Principais tópicos abordados:

– Urgência de repensar o modelo de sociedade hegemônica capitalista: acumulação doentia de capital, fonte maior da degradação ambiental:

Alternativas: relações ecológicas colaborativas, solidárias, desprendidas, desapegadas, e não as formas atuais competitivas;

– Urgência de repensar os modelos de relação entre a humanidade e a natureza; mega construções (barragens, estradas), que afetam e devastam mata nativa, animais e retiram do habitat natural populações indígenas, assim como, evitar o uso desenfreado de agrotóxicos.

Alternativas: políticas públicas efetivas de proteção; cumprimento da Constituição Brasileira, Art. 225, mudança de paradigma de desenvolvimento, preservando a biodiversidade existente.

– Urgência de repensar as cidades: desmatamento pela especulação imobiliária; falta de saneamento; dentre outros.

Alternativas: projetos e mobilizações tanto da sociedade quanto dos governos por desenvolvimentos sustentáveis; divulgações, denúncias e a atuação da população junto aos conselhos ambientais e ao Ministério Público, no âmbito Estadual ou Federal; definir os limites para à expansão urbana, para a poluição hídrica, aérea e pelos resíduos sólidos;

– Urgência na inversão de pauta do sistema capitalista.

Alternativas:  mudança individual, moral e ética da sociedade, ao invés de medir a qualidade de vida pelo aspecto econômico, verificar a qualidade de vida real, compartilhada e ambiental.